sexta-feira, 24 de junho de 2016

Impunidade Premiada - Mais um vencedor

Dono da empreiteira UTC, Ricardo Pessoa é condenado na Lava Jato - Notícias - Política

Olha aí, mais uma Pessoa  condenada a oito anos e dois meses de prisão, mas, por já ter ficado cinco meses preso antes da condenação e por ter aceitado colaborar com a Justiça no acordo de delação,  irá cumprir prisão domiciliar até novembro de 2017.  

Francamente!



Dono da empreiteira UTC, Ricardo Pessoa é condenado na Lava Jato

  • Alan Marques/ Folhapress

    Por ser delator, Ricardo Pessoa irá cumprir prisão domiciliar até novembro de 2017

    Por ser delator, Ricardo Pessoa irá cumprir prisão domiciliar até novembro de 2017

Um dos principais empreiteiros a fazer acordo de delação premiada na Operação Lava Jato, o dono da UTC, Ricardo Pessoa, foi condenado pelos crimes de corrupção ativa e participação em organização criminosa por ter pago R$ 38 milhões em propina no esquema de corrupção na Petrobras.

A decisão do juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato na 13ª Vara Federal de Curitiba, foi divulgada nesta sexta-feira (24).

O repasse de propina estava ligado a contrato feito com dispensa de licitação pela Petrobras para obras e serviços no Comperj (Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro).

Pessoa foi condenado a oito anos e dois meses de prisão, mas, por já ter ficado cinco meses preso antes da condenação e por ter aceitado colaborar com a Justiça no acordo de delação, ele irá cumprir prisão domiciliar até novembro de 2017.

Como parte de seu acordo de colaboração, Pessoa se comprometeu a pagar uma indenização de R$ 51 milhões.

Ele reconheceu ter participado de um cartel de empresas para fraudar licitações da Petrobras, além de ter admitido o pagamento de propina a ex-diretores da estatal.

Na sentença, Moro afirma que ainda há investigações em andamento e outras ações contra Pessoa, o que pode levar a outras condenações.

A mesma investigação que levou à condenação de Pessoa já havia condenado o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa a 10 anos de prisão e o doleiro Alberto Youssef a oito anos e quatro meses. Costa e Youssef também são colaboradores na Lava Jato.



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