quarta-feira, 22 de novembro de 2017

As duas faces do poder que fazem a roda girar.

Nas empresas, na sociedade de forma geral, sejam pequenas organizações ou grandes corporações, existem dois tipos de poder que fazem a "roda girar":
  • O poder de decisão - Praticado de cima para baixo é o poder visível, é o poder delegado do dono da empresa até ao colaborador no mais baixo nível hierárquico. Este é o poder formal, oficial. É o poder solitário!
  • O poder de veto - Praticado de baixo para cima, é o poder que dar sustentação ao poder de decisão, é o poder invisível mas esta lá desde o mais baixo nível hierárquico, mas não tem hierarquia. É um poder da pessoa, de sua competência individual. Este é o poder paralelo, tão poderoso quanto o oficial. É um poder "social".
Embora seja estratégico ter um alinhamento e influência com o topo da cadeia de poder (de decisão), a estratégia não pode ser omissa em relação ao poder de veto.

A maioria dos profissionais possuem um nível de poder (e de veto) que são usados ou não, que na interação com outros profissionais formam uma "consciência" que direcionam as decisões.

As empresas que "ignoram" ou negligenciam o poder de veto, estão no caminho para o fracasso. Estão vulneráveis.

Nas empresas, níveis hierárquicos intermediário do poder de decisão, podem se utilizar (manipular) do poder de veto para direcionar decisões erradas que não seriam tomadas se escutadas as pessoas certas (da cadeia do poder de veto). Decisões que poderão causar prejuízos financeiros, custos mais altos, perda de receita, perda de qualidade, perda de reputação, atrasar na modernização ou na transformação da empresa que podem não estarem visíveis, se os "óculos" e "filtros" não forem adequados.

Será que quanto mais regras hierárquicas rígidas, onde o acesso aos níveis superiores são restringidos, maior o risco de acontecer?

O perigo da manipulação existe e vai continuar existindo.

Mas, será que a carreira em Y adotada nas empresas, que deixa evidente a existência destes 2 poderes, sendo exercido o poder de veto formal, com o patrocínio, cumplicidade, respaldo do topo do poder e sem restrições de acessos hierárquico, pode neutralizar a "manipulação" da utilização do poder de veto?

Será que o poder de veto exercido conscientemente e formal, protegem as empresas, suas relações com seus parceiros e suas pessoas?

Será que o poder de veto exercido na clandestinidade, propagado subliminarmente, corrói estruturas e pessoas com rótulos, informações e atitudes distorcidas?

Qual sua opinião? 

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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

O governo alemão diz: “Destruam os smartwatches de seus filhos”

O governo alemão não está apenas banindo os smartwatches de algumas crianças - está dizendo às pessoas que "destruam" os aparelhos já circulando por todo o país.

Na sexta-feira, o regulador de telecomunicações da Alemanha, a Agência federal de rede, anunciou que vários desses dispositivos, projetados para idades de 5 a 12, podem permitir que alguém toque remotamente no microfone do relógio e espie clandestinamente a partir de locais remotos (como uma fiação eletrônica). 

O regulador não está apenas preocupado com o potencial das pessoas que espionam crianças - está preocupado que os dispositivos possam ser usados para espionar qualquer um.

Na Alemanha, é ilegal registrar conversas privadas sem permissão. "De acordo com nossas investigações, os pais estavam usando os relógios, por exemplo, para ouvir professores durante a aula", disse o presidente da Agência Federal de Redes, Jochen Homann, em um comunicado.

Smartwatches que fazem ligações telefônicas, como o Apple Watch, são legais na Alemanha. O problema com muitos dos smartwatches das crianças, no entanto, é que os dispositivos têm uma função de espionagem clássica, semelhante a um monitor de bebê, que pode ser facilmente ativado apenas usando um aplicativo.

"Através de um aplicativo, os pais podem usar os relógios de tais crianças para ouvir despercebidos para o ambiente da criança e devem ser considerados como um sistema de transmissão não autorizado", disse Homann.

O regulador alemão é tão sério sobre a destruição desses dispositivos, é pedir aos cidadãos que documentem literalmente a destruição dos relógios e que apresente provas online. Uma vez que os relógios são destruídos, o regulador fornecerá um "certificado de destruição", confirmando que a ação foi feita.

Esta não é a primeira vez que a Agência Federal de Rede disse aos cidadãos alemães que destruam um dispositivo de consumo. Em fevereiro, o regulador proibiu a boneca "My Friend Cayla" e rotulou-a como um "dispositivo de espionagem". Aparentemente, as bonecas estavam equipadas com tecnologia de transmissão de rádio que poderia permitir que as crianças fossem espiadas.

Cuidado com os fabricantes de tecnologia do consumidor: o governo alemão não apenas banirá os dispositivos que facilitam a espionagem, exigirão que os dispositivos sejam esmagados com martelo (ou qualquer meio de destruição que se prefira) - mesmo que sejam bonecas.


IDFM

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Sequestro Digital

Na vida atual, é difícil encontrar alguém que não vive dependente da utilização de um smartphone, dependente dos registros que mantem nele e nos Apps conectados a eles.

O smartphone passou a ser uma extensão de nossa casa e escritório, passou a ser o nosso depósito de informações, documentos, recordações, nossos rastros, nossa vida.

Faz tanto parte de nossa vida, extensão de nossa vida do mundo real, que não percebemos os limites e a dependência. Simplesmente faz parte da vida!

Muitos, os nativos digitais principalmente, não conhecem a vida de outra forma e mantém tudo digitalmente! O mundo segue na direção do Tudo Digital!

Já imaginou você sem ele?

Pois é... uma simples perda, roubo ou esquecimento, longe de seus olhos, do seu smartphone pode transformar sua vida em um inferno.

Imagine se, de uma hora para outra, todas suas senhas de seus Apps deixam de ser suas e Você não consegue acessar nada? 😱

Imagine ainda que você não conseguir mais ter acesso às informações, documentos e tudo mais que vcs imaginava que estavam seguras na nuvem?

Imagine outra pessoa (bandido) interagindo com seus amigos, clientes, namorada, esposa, amante, trocando confidências, segredos e nudes com ele imaginando ser vc?

Imagine que estarão sendo realizadas compras, resgates, saques, transferências usando de suas contas como se fosse você?

Imaginou?

Todo cuidado é pouco!

O processo de roubo "Sequestro Digital" é simples mais simples do que se imagina e não requer qualquer especialização, não precisa ser Hacker, só precisa ser mal intencionado, até mesmo bandido "pé de chinelo" que usa também as facilidade digitais e smartphones consegue fazer. Qualquer Bandido da era digital.

Não confie na segurança dos APPs e sites que usam do SMS para recuperar senhas, neste processo é que mora o perigo! Desabilite a alternativa de SMS dos APPs.

Não confie nos procedimentos dos fabricantes de smartphones que prometem zerar o aparelho remotamente. O sequestro pode ser feito apenas com o chip do seu aparelho.

Não utilize a mesma identificação e senha para todos os APPs (normalmente o pessoal usa o e-mail e senha). Use identificações diferentes para cada App e para cada Site. Se alguém descobre a senha de um App, vai ter acesso a todos os outros.

Se você utiliza o mesmo usuário para seus Apps e Sites, use senhas diferentes e longas.

Não armazene suas senhas em nada, não tenha elas em papel, no smartphone nem em fumaça.😂

É preferível perder o acesso às informações e todos mundo também que ter outra pessoa tomando posse delas, concorda?

Não deixe seu smartphone dando bobeira, na balada, bar, restaurante, etc, rapidamente uma pessoa pode pegar ele e fazer a troca de suas senhas, quando vc perceber, já era!

No curto espaço de tempo entre vc perceber que foi roubado ou perdeu o seu aparelho e fazer o bloqueio, você pode ter suas identidades assumidas por bandidos.

Não empreste seu smartphone, mesmo estando perto, o processo de mudança de senha pelo SMS é fácil, simples e rápido de ser feito que vc poderá não perceber que a senha foi alterada.

A gravidade deste tema foi tratada em Post feito em 23.10.2017, no qual alertávamos para o fato dos hackers estarem roubando número de celular para roubar moedas digitais (Bitcoins) e realizar outros tipos de crimes e fraudes como sendo vc.

O New York Time noticiou na ocasião que os hackers estavam cada vez mais sendo capazes de convencer as operadoras de transferir números de clientes para dispositivos sob seu controle, permitindo aos criminosos redefinir senhas de sites e Apps protegidos.

Veja o post completo Bitcoin - Sequestro de Telefone

Mas o processo de sequestrar sua vida digital é simples e torna-se uma realidade por aqui também!

Finalizando, todo cuidado é pouco para quem utiliza smartphone no dia a dia!

O sequestro de telefone deve ser encarado como o Risco Real para qualquer um!

Qualquer suspeita, faça o bloqueio de seu número na operadora e altere suas senhas!

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terça-feira, 14 de novembro de 2017

Existem Conflitos de gerações X, Y, Z e Alpha?

A Geração X (os avós), estão fazendo as atualizações nas gerações Z e Alpha (netos), de funções que não foram absorvidas ou incorporadas na Geração Y (os pais).

A geração Z é primeira geração considerada nativa digital, ela será a geração que finalizará o processo de transformação digital da sociedade, a geração Alpha será muito especial, essa sim, será primeira Geração pós transformação Digital.

Imagine ainda os Bisavós conectados.

Imagine ainda mais as crianças da geração Alpha, interagindo em um mesmo contexto.

Imaginou?

Pelo que nos parece, a tecnologia trouxe diversas gerações para a mesma dimensão, as gerações não estão em universos paralelos.

Por isso que não acredito em conflito de gerações Y, X, Z , Alpha, e etc. Existem experiência diferente, contexto diferente, estímulo diferente e complementação de propósito, mas os indivíduos que estão vivendo nesta era, são o mistos das gerações.

Quem tive interesse no assunto, recomendo a leitura da publicação “As gerações e suas formas de aprender” publicado por DOT digital group.

Para você, existem conflitos de gerações X, Y, Z e alpha? Façam seus comentários e compartilhe para conhecermos sua opinião.


Igmar Dornelas

👉 Você me conhece?









11 habilidades do sucesso.

Não existem “receitas de bolo” nem regras para ter sucesso, existem características e habilidades que são observadas em determinados perfis que tem sucesso.

O sucesso é pessoal, não é difícil encontrar pessoas,  que aos olhos  de outros, são consideradas pessoas de sucesso, no entanto,  elas, aos seus próprios olhos, não se consideram com sucesso... Vai entender!... mas é assim!

Resolvi fazer uma lista, sem qualquer estudo ou pesquisa, o que me veio à cabeça na hora, de algumas habilidades que acredito fazer parte do universo das habilidades que levam as pessoas terem “sucesso”.   

É uma lista baseada na minha característica de “observador”.

Seguem:

  1. Habilidade de equilibrista - Seguir no ritmo da corda bamba para se manter em pé até seu destino. O domínio do desequilíbrio é o que nos faz movimentar na direção certa.
  2. Habilidades de aprender - Ser "esponja" como uma criança, não ter bloqueio para descobrir e absorver tudo que é novo e desconhecido. O conhecimento adquirido é patrimônio seu.
  3. Habilidade de pesquisador - Procure por "brinquedos" novos, mesmo que abandone depois, isso ajuda aumentar estoque de “brinquedos”. Quanto mais experiências, falhas e acertos, mais soluções disponíveis no seu repertório.
  4. Habilidade de Atleta - Treinar duro para está preparado para competir, seja em esporte coletivo ou individual, de velocidade, força, resistência  ou precisão!  Você deve ficar pronto para qualquer momento.
  5. Habilidade de militar - está preparado para a guerra para garantir a paz. Se o inimigo não enxerga vc preparado, vai avança além dos seu limites.
  6. Habilidade de monge - Não tenha apego a nada nem a status ou posição. Esteja preparado para descartar e ser descartado. O peso das “coisas”, tiram agilidade, rapidez e ocupam espaços desnecessários.
  7. Habilidade de contador de história - se você não consegue contar histórias, não com consegue aliados, seguidores. Se não tem uma história, não existe.
  8. Habilidade de caixeiro-viajante - Ser um “mascate” talvez seja a única forma de levar produtos, servicos e conhecimentos para quem não tem, ou que não tenha entendimento de como “as coisas” são. Seja tecla SAP, compartilhe conhecimento!
  9. Habilidade de preguiçoso - Busque o ócio. Você precisa de tempo livre para poder meditar, falar com você mesmo. Você precisa de tempo livre para fazer o que você quiser! Dê um tempo para você!
  10. Habilidade da água - Ser persistente como a água mole na pedra dura e flexível para encontrar outro curso para contornar as pedras. Sem água não tem vida!   
  11. Habilidade de jogador de frescobol - Numa relação de comprador e vendedor, a bola deve ser jogada onde o adversário consegue rebater, entregar de volta, senão o jogo não acontece! No frescobol o objetivo é a bola não cair. No frescobol só tem dois vencedores! Sem parceiro comercial, não existe negócio! 

O que vocês acham? 

Façam seus comentários e compartilhe para conhecermos sua opinião.


Igmar Dornelas 


👉 Você me conhece?




segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Visionários - Banco Digital

O que tem haver os conceitos e modelos de negócios de 30 anos atrás com os conceitos atuais de Transformação Digital e Banco Digital ?

Na semana passada, em alguns almoços de negócio, enquanto fazíamos uma retrospectiva do mercado, me vieram lembranças alguns pontos que hoje são considerados como “modismo”, “padrão”, “tendência “, etc, que mostra o quanto éramos visionários há 20, 30 anos.

Fizemos uma publicação abordando sobre Coworking e HUB de Statups, em uma época que este conceito existia.

Agora retomaremos há 30 anos. Leia e tire suas próprias   conclusões.

Vamos lá.

Até a década de oitenta os cliente Bancarios, correntistas como eram chamados, desejavam ter a facilidade de ser atendido em qualquer agência como se estivesse na sua própria agência. 

Era uma época que a troca de moeda na economia acontecia através de papel ou em espécie viva, dinheiro. 

Para sacar dinheiro de sua conta, era preciso ir fisicamente na agência trocar um cheque, ou  fazer com outros que estivessem dispostos a fazer este calvário de enfrentar “filas kilométricas” de horas. Quem viveu a experiência de um cliente de banco naquela época vai lembrar o quanto era traumática a ida a um banco, principalmente os grandes! Não tinha direito de escolha de ir em uma agência com filas menores, porque vc só realizava o saque na agência da sua conta. Sem falar dos “Oficeboy” que poderia representar uma simples visita a uma agência uma “experiência surrealista” com muitas e muitas horas de espera em fila.

Era uma época que seu saldo era mantido em “Listão“, como era chamados os relatórios de formulário continuo que eram recebido pelo malote que vinha da matriz, que, dependendo da cidade leva dias para serem substituídos e a atualização do saldo era feito no listão enquanto isso, imagine como ficava o listão da agência cheios de rabiscos. Toda a movimentação era enviada para a matriz, que, depois que de serem transcritos em cartões perfurados, processados e conferidos, geravam novas  versões atualizadas do listão, para serem enviadas por malotes para as agência por uma frota de heróis anônimos motoristas. Imagine a dificuldade de se chega a tempo para o processamento e retornar em tempo de abrir a agência ao público.

Os nativos digitais devem está se perguntando;  “como se vivia numa época como aquela?”.

Pois bem, diante deste cenário, o sonho de consumo dos “correntistas” das agência era de ser “clientes do Banco” independente da localização física da sua agência e o saldo ser algo atualizado em tempo real.

Estava ai semente do Banco funcionando com agências virtuais numa rede de agências Reais.

Naquela época, início da década de 80, a equipe do Banorte-Recife acreditou na capacidade de tornar realidade este sonho e foi lá e fez, criou o RTB - Real Time Banorte , depois batizado de Intelig.

O Intelig, na linguagem atual,  era uma plataforma de TIC em nuvem e neblinas, que disponibilizavam as aplicações de  atendimento Bancarios nas agências conectadas digitalmente entre ela, que requisitavam serviços na nuvem, tornando a experiência do cliente única, uma só agência do Banco.

Foi esta plataforma que tornou capaz uma agência atender cliente de qualquer outra agência, com o diferencial de que os clientes dos clientes também podiam ser atendidos da mesma forma, e o saldo estava  sempre atualizado em tempo real.

Este diferencial fortaleceu  a marca com seus cliente e para novos clientes. A plataforma permitia que um chegue passado de um cliente para um Lojista, por exemplo, pudesse  ser sacado pelo lojista em qualquer agência sem ter que enfrentar os prazos de compensação, quando em outras cidade poderia levar semanas.

Na minha leitura em relação contexto daquele época com hoje, o Intelig foi viabilizado porque  a equipe do Intelig funcionava como uma Startup incubada e outras empresas (startups), que se  complementavam nas tecnologias, estavam focadas com um único propósito de fazer  o sonho acontecer

Eu estava lá nesta época, dando suporte técnico no ambiente mainframe para viabilizar, dar sustentação,  à disponibilização do novo modelo de negócio, numa época que a capacidade de processamento ainda não era medida em Mips, nem a comunicação em Kbps. Época de muitas restrições tecnológicas que nos forçava à sermos criativos! Muito diferente da abundância tecnológica dos tempos atuais.

A partir do modelo de negócios que levava em conta a experiência do cliente; o direito de escolha e ter acesso ao banco; independente da localização física e geográfica, estava sendo dado o início a transformação digital que estamos chegando nos dias de hoje.

Romulo Guerra, Marcos Nazareno, Sérgio, Lula, Marcel, Edison e outros que me falha a memória, foram os visionários que acreditaram e foram lá e fizeram acontecer!

Na próxima publicação, abordaremos o que tem haver o conceito de Central B2B de Compras (Startup Mercatto - 1996) com Marketplace DigitalLeilões de Compras, Software as a Service  e Service as a e-Service.

Os que você acha?

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sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Criatividade - Falar sozinho não é distúrbio mental, é diferencial criativo!


Interessante a abordagem feita por Ulrich Boser na matéria “Falar sozinho (em voz alta) pode ajudar no aprendizado” publicada em Harvard Business Review Brasil

Muitas vezes no trabalho, meus vizinhos de mesa eram surpreendido por eu está falando em voz alta com o terminal, uma planilha, um documento eram sempre motivos de papo com o EU imaginário... quantas perguntas foram feitas, quantas respostas foram dadas, quantos  “e se...?” “porque não?“ escutei do EU imaginário.

O mais surpreendente  é que esta “mania”, na verdade é uma estratégia de aprendizagem eficaz e tem nome, é conhecida como autoexplicação.   

Para os amigos que faziam bullying corporativo comigo, por meus papos e papos com o EU imaginário,  fica aí a diga para se quiserem um dia chega perto de mim!

Não é que eu estava certo, falar sozinho não é distúrbio mental, é diferencial criativo!

Caso tenha  interesse na matéria, click 


IDFM

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

5 Aprendizados do #ITFORUMEXPO2017

  1. Cloud não é coisa para o futuro das empresas, já é presente;

  2. MultiCloud não é modismo, é necessidade de independência de fornecedores e alternativa financeira;

  3. As empresas não estão conseguindo investir por “falta de braço” para fazer acontecer e não por falta de verba;

  4. Transformação digital não é uma agenda do “efeito manada” é a fronteira de mudança de Era;

  5. Marcas tradicionais do mercado aliam-se à empresas novas para serem competitivas na transformação do mercado.

domingo, 5 de novembro de 2017

👨🏻Você me conhece?

Sou um visionário do segmento de negócios de TIC desde 1979, tenho formação em ciências da computação pela Universidade Federal de Pernambuco - UFPE, autodidata, extremamente curioso, ligado em tecnologia e em tudo que facilita a vida independente de segmento de negócio.

Antenado em tudo que está acontecendo pelo mundo e nas possibilidade de afetar no dia a dia e na geração de oportunidades.

Engajado com as novas tecnologias (Bitcoin, Blockchain, IoT, Cloud, AI, Big Data, etc), nos processos de inovação com soluções criativas (design thinking).

Meu estilo prioriza a busca contínua por qualidade, redução de custos (faço muito bem, as operadoras são testemunhas), transparência nas ações e gestão colaborativa para definição das melhores soluções que agreguem valor através do uso tecnologia às necessidades do core business das empresas.

Como hobby sou editor do blog Avis Ara (http://Avisara.blogspot.com) e tenho o foco de potencializar a disseminação do conhecimento, atuando como evangelizador de tecnologias, experiências, metodologias, conceitos de negócios, crenças, filosofias de vida e etc.

Crenças


Acredito que compartilhar conhecimento deve ser uma atividade natural e fisiológica.
Acredito que contribuo com a evolução do ser humano quando conecto quem tem conhecimento com quem necessita ter conhecimento e transformo o produto desta conexão em inovação e diferencial competitivo e de vida.

Acredito que sou um agente de transformação, motivação e realização que ajuda o mundo a ser diferente.

Histórico


Atuo no mercado Brasileiro desde 1979, com experiência em empresas Top do
mercado financeiro (Bancos; Financeiras; Administradoras de Cartões de Crédito e Promotoras de vendas), Data Center, Provedores de Serviço de Telecomunicações e Contact Center.

Sempre atuando em ambientes de TI e Telecomunicações de alta criticidade para o negócio que requerem alta disponibilidade, rapidez e segurança, agrego um legado de conhecimento e de soluções do segmento financeiro e de TIC.

Minha formação profissional teve origem em ambiente de produção e suporte técnico de TI e Telecomunicações no Banco Banorte - Recife, sendo o responsável em garantir o funcionamento de toda a infraestrutura de TI e Telecomunicação do banco, seus pontos de atendimento e suas empresas coligadas.

No inicio da Internet comercial no Brasil, atuei no Grupo Elógica, que na época tornou-se um dos 3 maiores provedores de acesso de internet do Brasil, como gestor da área técnica e de serviços que incluía a administração do Data Center seus ambientes computacionais e de rede, além de gerenciar as equipes de operação, centro de controle de rede, suporte técnico, help desk de atendimento à clientes.

Visionário, junto com sócios tivemos uma startup antes da bolha da internet (1996) que desenvolveu tecnologia para marketplace e leilão de compras na web para o mercado B2B. Como não existia capital de risco na época e não tiveram fôlego (R$) para se transformar num Google, quebramos antes de decolar.

Na época das privatizações das telecomunicações do Brasil, atuei na Fininvest onde realizamos a modernização da infraestutura de Call Center e Telecomunicações, sendo pioneiro com tecnologia outbound preditiva e rede de telefonia privada inteligente, com serviços da operadoras que auxiliamos na concepção e especificação.

Nos últimos 14 anos participei de diversas negociações e projetos que transformaram e modernizaram a rede de telecomunicação do Banco Bradesco, que permitiram realizar a expansão da quantidade dos pontos de presença com redundância, com segurança e ampliar a velocidade de comunicação, promovendo expressiva redução de custos.

A alta capacidade de entrega, portfólio de conhecimento e rede de relacionamento me credenciam como referência no mercado Brasileiro neste segmento de negócio

Oportunidades


Minha experiência acumulada no mercado permite auxiliar as empresas que desejam consolidar posições, desenvolver novos negócios ou desenvolver novos produtos e serviços, porque conheço o modelo mental e o processo decisório de contratação de TIC; Porque conheço as necessidades de soluções de TIC das empresas; Porque conheço os problemas existentes que precisam de soluções; Porque conheço a cultura das empresas e do mercado Brasileiro e o conflito desta cultura com os players internacionais do mercado, e também, porque conheço as particularidades dos relacionamentos das empresas, dos negócios e dos fornecedores.

Acredito também que é oportuno para empresas que contratam serviços de TIC, porque posso auxiliar estrategicamente as empresas na transformação digital, porque tenho a experiência de 30 anos em posições estratégicas fazendo isso; Porque tenho a experiência (só de Bradesco são 14 anos) do relacionamento com fornecedores de TIC, desde a arquitetura de soluções, especificações de RFPs, ao acompanhamento do SLA dos fornecedores; Porque sou referência em promover eficiência operacional, redução de custos, inovação em prestação de serviço, SLA e porque sou mestre em identificar "sacadas" e fazer acontecer.

Afinal, quem sou?


Sou Igmar Dornelas, 38 de experiência, com formação em Ciências da Computação e diversas especializações técnicas, de gestão e de negócios.

Sou um líder nato, prático, curioso, comprometido, realista, com visão estratégica, com conhecimento técnico, habilidade comercial e de desenvolvimento de novos negócios, produtos e serviços, que está sempre antenado para novas oportunidades de inovação e de negócios.

Simples assim!

Agora que me conhece, gostaria de me contatar? Envie uma mensagem.

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Veja também:




IDFM

sábado, 4 de novembro de 2017

Visionários - Coworking e HUB de Statups

Esta semana, em alguns almoços de negócio, enquanto fazíamos uma retrospectiva do mercado, me vieram lembranças de alguns pontos que hoje são considerados como “modismo”, “padrão”, “tendência “, etc, que mostra o quanto éramos visionários há 20, 30 anos.


Nesta publicação abordarei sobre Coworking e HUB de Statups.


Vejamos:


Hoje estamos vendo cada dia mais espaços de coworking, escritório virtual e salas de reuniões.


Também tem se tornado obrigatório para as grandes corporações a busca de soluções inovadoras e disruptivas que façam a transformação do negocio e, para isso, estão recorrendo à Hub de Startups.


Pois bem, em 1995, o visionário Belarmino Alcoforado e o Grupo Elogica construíram, em Olinda-Pernambuco, um prédio com 3 pavimentos (Centro Empresarial Elógica) e nele instalaram um Data Center para permitir o utilização das aplicações que eles desenvolviam acessadas através da nuvem (WAN) privada e IDC (internet Data Center) para atender a necessidade de prestar serviço pela internet (que estava começando no Brasil)  e do provedor de acesso à internet (ISP) que se tornou um dos 3 maiores ISP do Brasil.


Este Centro Empresarial foi construído com salas e  auditório para clientes e outras empresas se instalarem e usar de forma compartilhada a infraestrutura de  negócios; O objetivo era centralizar empresas de TI do novo mercado (internet), as Startups da época.


Alguma semelhança com os conceitos de Hub de Startups e espaços de coworking?


Trabalhei no Grupo Elógica naquela época e não vejo nenhuma diferença do que era preconizado pelo Belarmino com as práticas dos tempos atuais. 


O conceito é o mesmo, guardadas as proporções, formas de implementação  e “modernizações” do mercado, passado este vinte anos até os dias de hoje.


Naquela época não existia capital de risco disponível para empresas que vendiam “vapor”. Era muito difícil desbravar o novo mercado e esta forma de se organizar foi sendo expandida para poder dar “fôlego” e atrair investidores! 


A partir daí surgiram outros núcleos de trabalhos (Coworking), se organizando desta forma, se instalando em centros empresárias, no habitat natural de potenciais cliente, compartilhando salas permanente, com empresas fixas, profissionais liberais e outros participantes “flutuantes” em fase de projetos.


Sem medo de errar, o modelo naquela época inspirou outras organizações e muitos outros locais passaram a existir com este conceito. A Softex-Recife por exemplo, montou local semelhante em um prédio onde funcionou a IBM.


Inspirado neste modelo, Eu, meus sócios e outra empresa, ficamos instalados por um bom tempo em Centro Comercial, onde compartilhávamos, salas, infraestrutura, custo e negócios, que depois transferimos para a Softex.


O modelo também despertou acadêmicos, empresários e políticos para as possibilidades de isso ser uma forma de alavancar a produção para a “nova indústria do conhecimento”, que seria motor para “modernização” (inovação), e que culminou no que hoje é o Porto Digital, levando as diversas ilhas de conhecimento da cidade para uma única Ilha!


A diferença do passado para hoje é que os papéis se inverteram, Antes as empresas do conhecimento “corriam” atrás das grandes corporações para vender o capital intelectual e as corporações tinha dificuldade para acompanhar as empresas dispersas geograficamente, porque querem as “coisas onde colocam dinheiro” debaixo de suas asas! Agora, as grandes corporações estão se organizando com suas Hubs para atrair as Startups para se apropriar e agregar valor (capital intelectual) aos seu negócios, seguindo os modelos próprio das Startups de se organizarem.


RISCO - OPINIÃO DE UM OBSERVADOR


Me preocupa o risco “subliminar” deste novo modelo. É o o risco de o “poder econômico”, a pressão das corporações por resultados ou pessoas sem habilidade de fazer gestão do modelo metal desta população de “sufocar” a tesão criativa disruptiva dos novos empreendedores! “Pressão” não faz parte do modelo mental deles, não faz parte do Propósito!


Muitos dos conceitos novos, são conceitos antigos, com  roupagem nova, mas as cabeças são outras, o contexto de vida é outro!


Algumas vezes, estes novos conceitos estão sendo implementados por "teóricos" que nunca lideraram (na essência do significado de liderança contemporânea) ou nunca colocaram a mão na massa em projetos, ou são "figurinhas premiadas", "estrelinha", “queridinhos”, sem experiência prática, que tem como profissão a propagação de discurso e feitos de outros como seus, os “Criadores de capas de livro feito”, mas são “bem relacionados” com o poder.


São os "cientistas" sem experiências e sem obras acabadas, que na “hora H” podem levar um Unicórnio ao suicídio  ou se tornar um mero Pônei de estimação para ser exibido para a corporação e para o mercado!


Fiquem de olho neste Risco!


REFLEXÕES


  • Será que este modelo adotados pelas corporações, criando suas Hubs, serão capazes de alavancar o desenvolvimento do mercado de conhecimento?
  • Será que se estará segregando as Startups a grupos (Castas) dos que podem ser consumidos dos que não podem ser consumidos e gerando preconceitos?

  • Será que este movimento estará restringindo o mercado das Statups  (reserva de mercado) através do poder econômico?
  • Ou será uma estratégia empresarial para matar no ninho as Startups que um dia poderiam tornar obsoleto o Negócio da Corporação, que levem a elas desaparecer do mercado?


O que você acha?


Façam seus comentários!


Na próxima publicação, abordaremos  o que tem haver os conceitos e modelos de negócios de 30 anos atrás relacionados  aos serviços bancários com os conceitos atuais de transformação digital, Bancos Digital, serviço virtual e nuvem.


Compartilhem!


sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Visionário - Visão sem ação é ilusão!

Lendo a matéria publicada no site da Isto é Dinheiro (Uma viagem para o futuro ou para o passado? me lembrei de um curso interno que participei este  ano na UNIBRAD, Leque de Criatividade com Rodrigo Franco. Neste curso, somos levados a identificar um problema e encontrar uma solução criativa, seguindo um roteiro (metodologia) e ferramentas de design thinking.

Na ocasião, o plano de fundo da equipe que formamos, baseado na ferramenta, nos levou a uma Plataforma de Investimento e Crédito, tipo rede social para crédito, que reuniria investidores e tomadores de crédito para realizar o operação de crédito direto entre os participantes da plataforma.

A relação de confiança seria com base na pontuação das indicações entre os participantes, indicados e sua rede de confiança, os investidores emprestariam assumindo o risco ou compartilhando com outros. Os tomadores de crédito teriam como opção  o "leilão" de crédito mais barato. A pontuação dos tomadores "score"  seria feito de forma analogia do que é retratado no episódio do Black Mirror - Queda Livre.

Como era um curso de curta duração, o objetivo de apenas aprender a ferramenta, a ideia 💡 nao entra nos detalhes e não há  continuidade por parte da organização do curso junto às área responsáveis para possíveis aproveitamentos.

A matéria da Isto é Dinheiro, revela que "Há uma semana, o bilionário Carlos Wizard Martins junto do empresário Rodrigo Borges lançaram o Social Bank. Nele, uma pessoa física pode contratar um empréstimo diretamente de outra pessoa física, como muitas vezes, de maneira informal, acontece entre um pai e seu filho ou entre dois amigos."

Pois é, as ideias surgem do nada e em todas as partes e de  todos os lados.

Não basta ter uma visão, tem que acreditar e ir lá e fazer.

Visão sem ação é ilusão!

IDFM

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Back to play - Página virada

Após um breve período de silêncio, por um inexplicável e repentino bloqueio de inspiração para escrever, Estou de Volta ao Jogo!

Desta vez estou escrevendo para o registro no meu histórico pessoal de mais uma “Página Virada”, que anunciei subliminarmente na postagem que fiz em 25.08.17 (O Tempo Não Para).

Depois de 14 anos de muito trabalho, realizações e aprendizados, deixei o Bradesco pra trás da minha história e estou seguindo pra frente, para começar a criar um novo final!

Em breve teremos novidade, até lá estou curtindo um período de “desintoxicação corporativa” para “zerar o ponteiros” e começar com força total.

Mas uma coisa é certa!

BACK TO PLAY.

Valeu Bradesco!
#Fui

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

10 principais tendências tecnológicas estratégicas para 2018


Em publicação feita pela Forbes hoje, 04.10.2018, Peter High revelar que no symposium do Gartner em andamento em Orlando, a empresa identificou as dez principais tendências tecnológicas estratégicas para o próximo ano. O Gartner define "estratégico" como as tecnologias que terão um potencial perturbador significativo nos próximos cinco anos. " Aqui está um resumo das tendências:

1. AI Foundation
2. Intelligent Apps & Analytics
3. Intelligent Things
4. Digital Twin
5. Edge computing
6. Conversational Platforms
7. Immersive Experiences
8. Blockchain
9. Event Driven
10. Continuous Adaptive Risk & Trust

1. AI Foundation

A inteligência artificial (AI) tem um enorme potencial para melhorar a tomada de decisões, reinventar modelos de negócios e ecossistemas, e refazer a experiência do cliente. Muitas organizações já tomaram nota disso, com uma recente pesquisa do Gartner, indicando que 59% ou organizações estão reunindo informações para construir uma estratégia de IA, enquanto o resto está pilotando ou adotando programas de AI. Dado que as técnicas de IA estão em rápida evolução, e as organizações precisarão investir fortemente em habilidades, processos e ferramentas, sugere-se que o foco comercial seja focado em soluções bem dimensionadas visando tarefas específicas. Com o Gartner estimando que, até 2020, 30% dos CIOs incluirão AI em suas 5 principais prioridades de investimento, agora é o momento de investir na preparação de dados, integração, algoritmo e seleção de metodologia de treinamento e criação de modelo.

2. Apps e Analytics inteligentes

A AI tornou-se um importante campo de batalha para fornecedores de software e serviços, com a AI esperava ser incorporada em cada aplicativo, aplicativo e serviço, pelo menos em algum nível. O Gartner destaca a análise aumentada, que utiliza o aprendizado de máquina para automatizar a preparação de dados, a descoberta de insights e a interação de informações como uma área de crescente importância estratégica. As organizações devem explorar aplicativos inteligentes que aumentam a atividade humana e identificar casos de uso em análises avançadas, processos inteligentes e novas experiências de usuários

3. Coisas Inteligentes

À medida que o IoT cresce para abranger um número crescente de coisas, a AI e a máquina permitirão que essas coisas funcionem de forma autônoma ou semi-autônoma. À medida que a tecnologia avança, enxames de coisas inteligentes funcionarão de forma colaborativa para alcançar um objetivo.

4. Gêmeo Digital

Os gêmeos digitais, que são representações digitais dos sistemas do mundo real, oferecem informações sobre o status de sua homóloga do mundo real. Essas representações podem responder a mudanças ou melhorar as operações, potencialmente economizando bilhões de dólares de empresas em reparos e operações de manutenção. Embora a maioria dos exemplos de gêmeos digitais hoje existam dentro do espaço IoT, existe um potencial crescente para que gêmeos digitais existam para objetos que na verdade não "pensam", como um gêmeo digital para um humano que oferece dados biométricos e médicos aos médicos, ou um gêmeo digital para uma cidade, que poderia oferecer informações aos planejadores da cidade sobre operações e manutenção.

5. Computação de borda (Edge/Fog)

A computação de borda move a computação e o processamento mais próximos do usuário / coisa, ou a "borda" da rede. Quando comparado à computação em nuvem tradicional, isso reduz a largura de banda de comunicação necessária e elimina a latência entre os sensores e a nuvem. À medida que os veículos autônomos, os drones e outras tecnologias robóticas continuam a amadurecer, a necessidade de processamento em tempo real de enormes quantidades de informações só crescerá.

6. Plataformas Conversacionais

As plataformas conversacionais estão mudando a maneira como as pessoas interagem com o mundo digital. Ao invés de ter que aprender como o computador se comunica, as plataformas conversacionais permitem ao usuário transmitir sua intenção usando linguagem natural. Nos próximos anos, as interfaces de conversação tornar-se-ão um objetivo de design primário para a interação do usuário e podem se tornar a principal maneira que os usuários se comunicam com o mundo online.

7. Experiências imersas

A realidade virtual (VR), que coloca o usuário em um ambiente digitalmente renderizado e realidade aumentada (AR), que sobrepõe a informação digital no mundo real, está dissolvendo os limites entre o mundo digital e o físico. Agora, a realidade mista (MR), que funde e estende tanto AR como VR, está se tornando a experiência de escolha. Combinado com as plataformas conversacionais e o IoT, essas tecnologias vão inaugurar uma mudança fundamental para a computação invisível, imersiva e ubíqua

8. Blockchain

O blockchain é um livro-razão compartilhado, distribuído descentralizado e tokenizado que remove a fricção do negócio por ser independente de aplicativos ou participantes individuais. Embora exista um potencial significativo a longo prazo para partes não confiantes trocarem transações comerciais, os próximos dois a três anos serão mais hype do que benefício tangível. Dito isto, as organizações ainda podem se posicionar para tirar proveito da tecnologia ao entender as oportunidades de negócios em potencial, bem como as capacidades e limitações da tecnologia.

9. Evento dirigido

Os momentos de negócios digitais, que são uma combinação de eventos de negócios que refletem a descoberta de estados notáveis ou mudanças de estado, direcionarão negócios digitais. Enquanto um exemplo simples seria o sinal de que uma ordem de compra foi concluída, à medida que as tecnologias IoT e outras emergem, eventos complexos podem ser detectados mais rapidamente e analisados em maior detalhe. A Gartner sugere que as empresas devem adotar o "pensamento de eventos", uma vez que, em 2020, a percepção da situação em tempo real será uma característica necessária para 80% das soluções de negócios digitais e 80% dos novos ecossistemas empresariais exigirão o apoio ao evento em processamento.

10. Risco adaptativo contínuo e confiança

O mundo da segurança está mudando constantemente à medida que as ameaças e a proteção de ameaças evoluem, como evidenciado pela série de hacks de alto perfil durante o verão. A avaliação contínua do risco adaptativo e da confiança (CARTA) permite a tomada de decisões em tempo real, com risco e confiança, com respostas adaptativas ao negócio digital de segurança. Para tornar a CARTA realidade, as organizações devem explorar a integração da segurança em seus esforços DevOps para oferecer um processo continuo de SevSecOps, além de explorar tecnologias de decepção para capturar atores ruins que penetraram na rede da organização.


IDFM

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

O poder de influência dos russos nas redes sociais


O poder de influência das redes sociais estão diretamente ligados à capacidade de geração de engajamento por contas fakes e da robotização das mensagens.

Pelo menos é o que leva a acreditar a publicação feita no site The Next Web.

De acordo com a publicação, o Congresso americano deverá se reunir no próximo mês para discutir a proliferação de contas de redes sociais criadas por agentes russos. O que antes pareceu ser uma tentativa de minar a campanha de Hillary Clinton a favor da exibição de Donald J. Trump eleito, agora parece ser uma tentativa orquestrada contínua de dividir cidadãos americanos e minar a influência global do país.

O fim de semana passado, enquanto Puerto Rico sofreu uma destruição total na sequência de um furacão, a mídia social estava em chamas com o debate sobre se os jogadores da NFL deveriam ficar de pé ou ajoelhados durante o hino nacional. Aqueles que levaram para o Twitter para discutir a questão foram confrontados com um influxo de resistência sob a forma de mensagens inflamatórias e Tweets.

Acontece que muitos desses Tweets eram de agentes russos, cujo único propósito é continuar empurrando a divisão entre os americanos. Não importava o lado em que você estava; havia bots russo tentando influenciar suas opiniões.

O New York Times informa que há evidências que sugerem que a interferência russa durante as eleições de 2016 foi pior no Twitter do que o Facebook, e a informação da vigilância da internet Alliance for Securing Democracy mostra que a tendência continua hoje. O grupo rastreia 600 bots russo conhecidos para determinar como os agentes estão tentando influenciar a política americana.

Não há mais nenhuma dúvida de que a interferência russa desempenha um papel importante na política americana. À medida que as investigações sobre as contas das redes sociais continuam, o número de atores ruins atingiu as centenas de milhares.

E esta é apenas a ponta do iceberg de acordo com o Representante dos EUA Adam Schiff, que disse ao New York Times: "Eu acho que agora o público está ciente de apenas um subconjunto de um subconjunto da atividade russa on-line"

O Congresso pretende enfrentar o problema com o Comitê de Inteligência da Câmara dos Deputados que se prepara para se reunir no próximo mês para as discussões anteriores a uma reunião do 2 de novembro que os executivos do Facebook, Google e Twitter foram convidados a participar.


IDFM

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Transformação Digital com “Soberania Digital”?


Como não se bastasse as ameaças de violação da privacidade pelo hackers, com as invasões de empresas, vazamentos e venda de informações por funcionários, os governos pressionam os grandes provedores de serviços para terem domínio “territorial”  das informações de seus cidadãos, ameaçando e bloqueando a utilização de APPs em seus territórios.

Para quem não vem acompanhando, só nos últimos dias tivemos diversas revelações de vazamentos, roubo, de informações em empresas como Equifax, Deloitte, Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos, etc. ou seja, as grandes marcas nem sempre é garantia de segurança das informações, mesmo que em solo teoricamente seguros.

A exemplo da pressão dos governos, a China fez o bloqueio do WhatsApp esta semana, depois de já ter o Facebook bloqueado desde 2009.

Agora, os Russos seguem no mesmo caminho e ameaçam banir o Facebook em 2018, seguindo o que já fez com o LinkedIn, com base em Lei de 2015 que obriga serviços conectados a guardarem dados de russos dentro do país.

Curiosamente, a legislação é semelhante à europeia, que obriga empresas que atuam no país a armazenar dentro do bloco os dados de cidadãos dos países membros. A transferência só é permitida se o país destinatário cumprir uma série de exigências de segurança no tratamento às informações pessoais.

No Brasil, também temos legislação semelhante que obriga que dados oficiais dos cidadãos brasileiros, devem ser mantidos no território brasileiro.

Identifico como motivação dos governos para esta ação, os seguintes pontos:

  1. Do ponto de vista de distribuição e segmentação do risco, os vazamentos ficam segregados, restritos ao local da invasão ( sei que não é 100% verdade, mas reduz a possibilidade de maior abrangência).
  2. A intenção de ter a legislação local ao dispor para ter acesso às assuntos privados de seus cidadãos.
  3. Do ponto de vista "geo politico", pode ser considerado uma questão de soberania. Imagine ter as informações da população de um país na mão de outro que tenham interesses políticos, territorial e econômico diferentes e conflitantes?
  4. Do ponto de vista econômico é uma forma de obrigar as empresas estrangeiras investirem em infraestrutura e tecnologia no país.

Mas estes interesses dos governos, vão contra os interesses do "Clubinho do Vale do Silício", que rejeitam soberania, regulamentação, o governo menor e militarismo (Modelo mental por trás do poder no Vale do Silício.).

O caso brasileiro.

Apesar de parecer absurda a legislação exigindo a localização geográfica dos servidores virtuais em território brasileiro, que teoricamente não agrega "segurança cibernética" adicional a proteção das informações, sou tendencioso a acreditar que ela é benéfica.

Pode não garantir a proteção de ameaças virtuais, mas politicamente é uma medida de "soberania", quando se trata de informações sob guarda do Estado, órgãos oficiais e etc.

O indivíduo pode fazer o que quiser com suas próprias informação e usar os critérios que consideram mas adequado para ele. Se a pessoa física, como indivíduo, confia em A, B ou C o problema é dela, mas quando estas informações são de posse do Estado não "acho" adequado ser terceirizado para outro Estado a garantia da privacidade. Essa garantia de segurança pode também ser traduzida em legislação. Em território nacional fica ao alcance também de nossas regulamentações e legislações

Outro aspecto da "nacionalização dos dados" é de questão econômica, fiscal. É uma "estimulação forçada" para que os grandes player se instalem no país, gerem atividade econômica e principalmente Impostos.

As empresas e pessoas físicas de forma geral têm o direito de escolha onde deixar suas informações, o Estado não!

Para o Estado a única opção é ser dentro do território nacional!

É verdade, apenas localização geográfica não garante nada, mas é um caminho para estimular a pesquisa e desenvolvimento de tecnologia com DNA verde amarelo para suprir a necessidade deste mercado.

Guardadas as proporções, com a obrigatoriedade das empresas se instalarem no território nacional, vejo, forma analógica, ter o mesmo efeito que tiveram as instalações de montadoras de automóveis no século passado, na época da transformação industrial. Quanto desenvolvimento e inovação tivemos em consequências desta ação?

Porque na época da Transformação Digital que estamos vivendo, não fazer o mesmo para garantir a "Soberania Digital"?

Será que a quebra de braço entre as principais provedores de serviços, APPs, vai dar espaço para se chegar ao ponto de equilíbrio da Transformação Digital com "Soberania Digital"?

Ou será que a Privacidade será abandonada em nome da transformação digital?

IDFM