terça-feira, 22 de janeiro de 2019

GDPR - O cerco está se fechando.

O cerco da lei de segurança de dados - GDPR - implementada na UE em maio passado está se fechando cada vez mais.  

Pela matéria publicada por Macmagazine, em testes recentes, detectaram que oito grandes empresas de tecnologia — entre elas, Apple, Amazon, Netflix, Spotify e YouTube — não estão oferecendo serviços satisfatórios que cubram as necessidades dos usuários ou estejam em linha com a GDPR.


Quem tiver interesse de mais detalhes, segue o LinkedIn a matéria completa:


👉https://macmagazine.uol.com.br/2019/01/20/apple-e-acusada-de-nao-respeitar-normas-de-privacidade-da-uniao-europeia/


segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Amizade é uma relação de interesses?

Vocês viram isso ? 

Navegando pela internet com o módulo “sem rumo e sem direção” ativado, fui levado a um vídeo, link no final,  que faz parte do canal 2 a Mais no YouTube, que me despertou interesse em fazer esta publicação. 


Depois de assistir este vídeo, me lembrei de algumas "debates" que provoquei quando dizia: na vida tudo é interesse, um desses debates foi com grupo de amigos quando   trabalhavarmos juntos no Bradesco.

Nessa ocasião abordamos desde as relações entre amigos, políticos e eleitores, trabalhadores e empregadores, relação amorosa e até a polêmica que foi a relações de religiosos, fiéis e Deus, com o interesse em serem atendidos com a salvação e a vida eterna (foi inevitável, +- 50% eram evangélicos). Foi interessante observar a reação das pessoas, os argumentos e provocações feitas.

Mas, voltando ao vídeo que me motivou em escrever este Post.

Bastante curioso ver a cultura chinesa no que diz respeito  aos conceitos  de amizades, conexões, relacionamentos, QI (quem indica) e reputação.

Mas será que aqui as cosias são tão diferente?

Acredito que não.

Por aqui, para se construir uma amizade, vc conhece, convive, troca experiência, compartilham interresse, até que tempos depois se tornam amigos. Por aqui os amigos fazem coisas entre amigos sem cobrar nem se sente devedor quando recebe algo, fazem porque fazem, será mesmo? 

Já por lá, na China, de acordo com o vídeo, a troca de interesse é explícita, cultural, sem hipocrisia. Basta, até mesmo em um primeiro contato, fazer algo para outra pessoa e pronto, se tornam amigos, simples assim!

Não existe nada de graça,  se você convidou, você é quem vai pagar - Não tem dúvidas quanto à que vai pagar, da mesma forma não se tem dúvida que o convidado fica devedor e obrigado a fazer depois outro convite. Assim sucessivamente, a relação de amizade vai sendo estabelecida. Este é um exemplo no vídeo de como se constroem as amizades.

Pelo vídeo, as amizades são estabelecidas explicitamente nas trocas e nos interesses.

Mas isso não parece ser diferente aqui, só muda o tempo para se tornar "amigos", não é mesmo?

A diferença é que aqui, os interesses e as trocas não são “declaradas explicitamente”. Amizade por Interesse é vista de forma negativa. Mas o que são as amizades profissionais, as conexões de redes sociais,  não é verdade?

Quantas amizades surgem em ambiente de trabalho e de negócios que simplesmente acabam quando deixam de existir interesses e trocas equilibradas?

No mundo profissional, por exemplo, quando se faz algo “por amizade” para alguém, espera-se que esse alguém, “amigo”, algum dia, de alguma forma, te dê algo em troca, seja com uma oportunidade ou uma indicação, por exemplo. É isso que se espera, ou não ?

Tanto lá como cá, se não existir equilíbrio nas trocas não existe amizade, não é mesmo?  

Tanto lá como cá, tudo gira em torno de interesses, sempre tendo algo em troca.

O que vocês acham, será que amizade é uma relação movida por interesses?

Assistam o video, vcs vão gostar.   



By IDFM

sábado, 19 de janeiro de 2019

Vazamento: ABIN, Ministério da Defesa e Serpro

Vocês viram isso que foi publicado pelo Tecmundo e Mundo dos Hackers?

Segundo as matérias, em protesto a Operação Copyright, deflagrada pela Polícia Federal,  o Hacker "Sr. Storm" revelou 351 credenciais de acesso (nome de usuário e senha) da Abin, Ministério da Defesa e Serpro.  

Acredita-se que as credenciais publicadas hoje seriam decorrentes de vazamentos que aconteceram em setembro de 2018, ainda no governo  Teme, e não fruto de uma nova invasão.

A divulgação  ainda revela a preocupação do hacker em relação a entrada em vigor a GDPR, mas no meu entendimento de forma equivocada, por considerar a nova legislação um risco: "acabando com a liberdade de expressão e a privacidade de nós usuários".

A divulgação foi feita nos sites  Pastebin e Ghostbin, que são utilizados por hacker para divulgar vazamentos.

Ataques cibernéticos e vazamentos de informações não é coisa nova, mas ficavam restritas a órgão oficiais e as agências de informações, eram raras aparecerem na mídia tradicional, não é verdade? 

Mas, depois do surgimento do Wikileaks, Edward  Snowden e as empresas especializadas em segurança cibernética, os ataques, vazamento de informações e invasões passaram a ser mais frequente, passaram a se tornar públicas e se tornaram "populares", bastar ter acesso à internet que as notícias chegam, aos nossos smartphones.  

Divulgar estes problemas, não deixa de ser parte dos planos de negócios e  instrumento de publicidade das empresas especializadas em segurança cibernética, não é mesmo? 

Segurança cibernética movimenta Bilhões de dólares pelo mundo afora, sempre tem algo novo e uma ameaça nova, quanto mais "medo", mais dólares são movimentados.

Este tipo de problema no governo federal já tem se tornado uma "certa rotina", ratificando o que foi dito pelo fundado do WikiLeaks  "Assange diz que Brasil é o país da América Latina mais espionado" 

O que deveria ser levado a sério, não parece ter a menor importância e é tratado de forma "amadora" ou não teria acontecido o vazamento divulgado pelo planalto em 01.01.2017,   que ousei comentar na publicação " Invasão, Engano ou Falha de Segurança no Palácio do Planalto?"

Será que o mundo cibernético é encarado como a quarta fronteira à defender, além da terra, mar e ar?  Não da para ficar no faz de conta, não é mesmo?


Quem sabe, a mudança recente do governo federal, um novo modelo mental para a segurança seja estabelecido e deixamos de ser surpreendidos de "enganos", como costumam dizer,  por parte de quem deveria garantir a soberania nacional. 
Entendo que  eventos de vazamento de informações do governo, expõe a integridade territorial e a soberania nacional, ou não?

Será que eventos como estes são tratados como prever o Art. 13 da lei 7170 (crimes contra a segurança nacional)?

Será  que este episódio, nos primeiro dias do novo governo, é para testar o  Gabinete de Segurança Institucional e o general Heleno?    

Será que estamos preparados para garantir a soberania nacional das ameaças cibernéticas da era digital?

Como será a reação?

Caso tenha interesse, seguem os links com as publicações dos dois sites mencionados.



By IDFM

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Fake News - Idosos: vítima ou vilão?

Vocês viram isso que a BBC publicou?

Segundo a BBC, os Idosos são mais propensos a espalhar notícias falsas, de acordo com estudo publicado por revista científica Science Advances.

O curioso é que a pesquisa concluiu que, de forma geral, o "compartilhamento de artigos de sites de notícias falsas foi uma atividade rara" durante a campanha presidencial americana, em 2016. "A ampla maioria dos usuários do Facebook no nosso banco de dados (91,5%) não divulgou nenhum artigo de portais de notícias falsas em 2016".

Mas o estudo identificou (em um universo de 8,5%) que os usuários na faixa etária mais velha, acima dos 65 anos, compartilharam sete vezes mais artigos de portais de notícias falsas do que o grupo etário mais jovem (18 a 29 anos).

Como assim?

Sem desmerecer o estudo realizado, mas para provocar e refletirmos quanto ao que é real ou falso, inclusive esta pesquisa, listo alguns pontos para nossa reflexão:

  • É uma forçada de barra essa tentativa de atribuir aos mais velhos a "responsabilidade" pelas notícias falsas, usando apenas um universo de 8,5%, não é verdade?
  • Quantos eram idosos (acima de 65 anos), dentro do universo dos 91,5% que não divulgaram notícias falsas?
  • Qual a faixa etárias dos acima de 65 que mais concentram os que são propensos a espalhar notícias falsas? Quanto maior a idade mais propenso?
  • Será porque os idosos geralmente acreditam em tudo que dizem e dificilmente vão procurar a fonte?
  • Será que os idosos que repassam notícias falsas, fazem 7 vezes mais que os os mais jovens porque eles tendem a ser mais "protetores" e querem protegem os seus mais próximos?
  • Será porque os idosos, os mais velhos, tem mais respeito às relações de confiança e familiares, repassa acreditando nesta relação de confiança?
  • Uma mãe, a moda antiga, jamais imaginaria que sua filha está passando uma "mentira" para ela, não é verdade?
  • Será que esta pesquisa é mais uma notícia falsa? 😂
  • Será que está pesquisa não está mostrando outra coisa, que os idosos são as maiores vítimas e não os maiors culpados?
Vale a pena rever o que já publiquei sobre este tema. Acesse clicando nos links abaixo. Vai lá, você vai gostar!




Caso tenha interesse na matéria completa do CNN, acesse o link abaixo:



By IDFM

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Blockchain - Notícias animadoras

Vocês viram isso que publicaram sobre Blockchain?   

Pelas notícias que tenho acompanhado neste início de ano,  não me resta dúvidas que 2019 será o  divisor de águas do Blockchain, o ano de novidades reais.

Me chamaram atenção às publicações destacadas abaixo, pela importância dos protagonistas que estão envolvido, NASA, MIT, Intel,  e os Governo da Coreia do Sul e da China. 

A publicação do MIT Technology Review ressalta que em 2018 a tecnologia Blockchainfoi uma decepção e não fará muito barulho em 2019, mas se tornará mais útil e apresentou as razões, das quais destaco:

  • O Walsmart vem testando um sistema blockchain privado há anos como um rastreador de suprimento de alimentos e vai começar a usar pra valer em setembro. 
  • A Intercontinental Exchange (ICE), proprietária da Bolsa de Nova York planeja lançar sua própria bolsa de ativos digitais. 
  • Criação da Fidelity Digital Asset para a custódia de ativos de criptografia.
  • Pelo menos 15 bancos centrais dos países estão analisando o lançamento de moedas digitais.
A notícia que vem da China acende um alerta, nela é noticiado que as plataformas chinesas de Blocchain terão que permitir as autoridades terem acesso a dados armazenados e checar a identidade do usuário. A Administração do Ciberespaço da China (CAC, sigla em inglês) afirmou que as regras entram em vigor no próximo mês. Imaginem esta modelo sendo usado pelo mundo afora.

No final do ano fiz uma publicação abordando o cenário do Blockchain e criptomoedas, nela  descrevo minha visão de futuro. Aproveite a oportunidade e Vai lá, vc vai gostar.

Quem tiver interesse nas publicações que mencionei, segue links para acesso

  • A NASA, Agência Nacional de Aeronáutica e Espaço, está examinando a tecnologia blockchain como meio de garantir a privacidade e a segurança ...
 
  • De acordo com o Seattle Times, as autoridades do Condado de Douglas, em Washington, desejam construir um campus de inovação blockchain.

  • De acordo com a mídia local, as autoridades sul-coreanas decidiram adicionar o blockchain aos campos de pesquisa e desenvolvimento elegíveis ...

  • Um relatório publicado pela MIT (Massachusetts Institute of Technology), diz que 2019 vai ser o ano em que a blockchain vai se tornar comum. 

  • XANGAI (Reuters) - As plataformas chinesas de blockchain terão que censurar conteúdo, permitir a autoridades acesso a dados armazenados e
  • A empresa Latinoenvíos começou em 1994 e foi renomeada em 2009 como Santander Envíos. Agora em 2019 foi totalmente fechada e o serviço ... 


  • A Intel, gigante mundial de computação, em parceria com empresas como Varius Solutions, Cataboom, BLOCKv, entre outras, anunciou que, durante ...

By IDFM



sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

E se...

Vocês viram isso que foi publicado por Reuters?

Segundo a Reuters, duas ações movidas nesta semana acusaram a diretoria do Google, a Alphabet, de ter um papel direto em encobrir acusações de má conduta sexual contra dois ex-executivos nos últimos cinco anos.

O que aconteceria aqui no Brasil se uma das gigantes brasileira tivesse envolvida numa situação como esta do Google e sua controladora? 

Será que vão boicotar e iniciar uma campanha #GoogleNão?

Duvido muito....

Antes que me apedrejem, Eu entendo que o assunto é grave e deve ser tratado com muito rigor. (Não podia deixar de fazer uma provocação😂 )

Vale a pena rever o que já publiquei sobre este tema. Acesse clicando nos links abaixo. Vai lá, vc vai gostar.


Caso tenha interesse na matéria original do Reuters, acesse o link abaixo: 

 👉 https://reut.rs/2QDgix7

By IDFM

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Qual o ponto de equilíbrio entre a privacidade individual e segurança coletiva?

Vocês viram isso que foi publicado por CanalTech?

Encabeçado pelo ministro Dias Toffoli, um grupo de trabalho voltado para propor reformas à área da segurança pública apresentou 11 propostas de melhorias para o setor, sendo que uma delas é voltada especialmente para os aplicativos de troca de mensagens pela internet, como Messenger, WhatsApp e Telegram.

A proposta de reforma quer obrigar o WhatsApp, por exemplo, revelar conteúdo de mensagens.

Para isso, quer obrigar que as empresas que ofereça aplicativos para envios de mensagens no Brasil possua uma sede no país e armazenem as mensagens que ocorre no país no solo brasileiro, como se isso fosse realmente resolver.

Este tema vem desde, pelo menos, 2016, vira e mexe volta à tona e, desta vez, pelo que parece está tomando força.

Em 2016, fiz um post sobre o tema onde deixei no ar, para reflexão, alguns questionamento:
  • Será que a segurança de várias pessoas não é mais importante do que a privacidade de alguns? 
  • A tecnologia deve está a serviço da sociedade?
  • Até onde vai o direito de manter a inviolabilidade dos aplicativos de comunicação e a privacidade dos seus usuários?
  • Até onde vai o direito da privacidade de criminosos?
Afinal, qual o ponto de equilíbrio entre a privacidade individual e segurança coletiva?

Já fiz algumas publicações abordando este contexto, selecionei 2 que você pode acessar clicando nos links abaixo. Vai lá, você vai gostar!



Caso tenha interesse na matéria completa do CanalTech, acesse o link abaixo:



By IDFM

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Será que Zuckerberg vai conseguir limpar as cagadas do Facebook?

Vocês viram isso que foi publicado pelo Reuters?

A Reuters publicou que Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, planeja realizar debates públicos sobre tecnologia como desafio pessoal em 2019

Minha leitura é que está iniciativa é um movimento estratégico do Facebook e não pessoal do Zuckerberg.

É um movimento para "limpar as cagadas" que o Facebook vem fazendo nos últimos anos e vem afetando a reputação desde que veio à tona o escândalo envolvendo uma empresa britânica que colocou a rede social sob suspeita em todo o mundo.

A Reuters finaliza dizendo que no ano passado Zuckerberg disse que resolveria muitos dos problemas do Facebook, no entanto, ainda enfrenta críticas de reguladores e legisladores por não fazer o suficiente.

Talvez seja a última cartada de Zuckerberg até que a legislação de proteção de dados pessoais comecem a ter efeito reais pelo mundo afora.

Será que Zuckerberg vai conseguir limpar as cagadas do Facebook?

Quem tiver interesse, segue link com uma publicação que fiz no último final do ano com a minha visão de futuro para as redes sociais. Vai lá, vc vai gostar:

👉 https://avisara.blogspot.com/2018/12/2019-redes-sociais-e-influenciadores.html?m=1

Quem tiver interesse na materia original da Reuters, acesse o link abaixo:

👉 https://reut.rs/2sfK5Cc




By IDFM

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Não tem nada de graça no mundo digital.

Não tem nada de graça no mundo digital.

Atenção se você tem App de previsão de tempo tais como, Weather Forecast - World Weather Accurate Radar ou Weather Channel precisa lê esta notícia.

O Leonardo Müller publicou no Tecmundo, que os apps de previsão do tempo estão minerando dados de usuários sem permissão e facilitando fraudes.

Um deles, o "Weather Forecast - World Weather Accurate Radar" é acusado de inscrever usuários em serviços pagos sem suas autorizações. Esse app é desenvolvido pela chinesa TCL, que é dona das marcas de smartphone Alcatel e BlackBerry.

Segundo Leonardo Müller, só no Brasil, mais de 2,5 milhões de tentativas de transações suspeitas foram feitas entre julho e agosto de 2018 por meio de smartphones Alcatel.

Ainda segundo Leonardo Müller, o Weather Channel (de propriedade da IBM) está sendo processado em Los Angeles. O mais popular app de previsão do tempo no EUA, foi acusado também de minerar dados dos usuários e fazer uso comercial disso sem nunca pedir autorização.

Quem tiver interesse na matéria completa, acesse o link abaixo:



IDFM

Será o fim das redes sociais?


Vocês viram isso no G1? 

É hora de dar um tempo nas redes sociais? Pioneiro do Vale do Silício cita 10 motivos para fazer isso.

Segundo G1, Jaron Lanier, um dos idealizadores da realidade virtual e que ajudou na expansão da internet, falou ao G1 sobre o livro 'Dez argumentos para você deletar agora suas redes sociais'

Os dez argumentos de Jaron Lanier para deletar as redes sociais:

  1. Você está perdendo seu livre-arbítrio.
  2. Sair das redes sociais é o jeito mais preciso de resistir à insanidade dos nossos tempos.
  3. As mídias sociais estão fazendo você se tornar um babaca.
  4. As mídias sociais estão desgastando a verdade.
  5. As mídias sociais estão deixando sem significado o que você diz.
  6. As mídias sociais estão destruindo sua capacidade de empatia.
  7. As mídias sociais estão te deixando feliz.
  8. As mídias sociais não querem que você tenha dignidade econômica.
  9. As mídias sociais estão tornando a política impossível.
  10. As mídias sociais odeiam sua alma.

Apesar de concordar que vem acontecendo cada vez mais um abandono das redes sociais, não acredito que seja o fim dela.

Eu não concordo com a maioria dos argumentos de Lanier e os poucos que concordo são com ressalvas.

Minha leitura é que Jaron Lanier aborda um assunto que chama atenção, aproveitando a onda de ceticismo em torno das redes sociais e principalmente o Facebook que meteu os pés pelas mãos nos últimos 2 anos, mas realmente soa estranho partindo de alguém que é "concorrente".

Este assunto, em livro, me faz pensar que é mais uma caça níquel no mundo dos "influenciadores digitais ".

Na verdade o que o Jaron Lanier quer é faturar alguns milhões de dólares pelo mundo à fora com este tema.

Ele sugere também que todos devem experimentar passar um tempo fora das redes sociais para descobrir se isso faz uma diferença na sua vida.

Eu já fiz esta experiência, alguns anos atrás, e passei 90 dias fora do Facebook.

Na época, minha conclusão era que quem estivesse fora, ficava vivendo um mundo paralelo sem saber o que estava "rolando" com as pessoas de seu convívio...

Quem tiver interesse, segue link com uma publicação que fiz no último final do ano com a minha visão de futuro para as redes sociais.

Modéstia à parte, acredito que minha visão é bem melhor que a preconizada pelo Jaron Lanier. Vai lá, vc vai gostar:


Quem tiver interesse na matéria completa do G1, acesse



IDFM

terça-feira, 1 de janeiro de 2019

10 Postagem Mais Populares em 2018


Será que dá para inovar esquecendo a tradição?

Este final de ano, como em todos os anos, fui atrás de um queijo do reino, que sempre foi transição nas ceias de final de ano quando morava aqui no Recife.

Minha memória gustativa me fazia lembrar de duas marcas (Borboleta e Jong), que eram as mais tradicionais e que eu tinha na minha memória como sendo as mais deliciosas.... 

Lembro-me de nos reunirmos, na casa dos meus pais, nos dias seguintes das ceias para beber e tendo como base de tira-gosto uma bola de queijo, que era devorado enquanto acabávamos cerveja que era bebida que consumia na época. O dia seguinte era um momento de confraternização fantástico!

Lembro-me que para consumir um queijo do reino, existiam  um "certo" ritual.

Na compra, como um expert, se pegava a bola de lata, balançava como que estivesse vendo a consistência, como se fosse uma fruta que estaria no ponto de ser consumida.

Na preparação para o consumo, era outro momento mágico, para descobri se aquilo que imaginou na compra correspondia a realidade.

Na primeira perfurada da lata com o abridor, escutávamos um chiado do gás represado vazando, acredito que este gás era produzido como resultado da maturação do queijo. O aroma deste gás já alimentava nosso imaginário, já nos deixava com água na boca para saborear aquele alimento dos Reis!

Depois de aberto, a bola de queijo toda envolta de uma "gosma melequenta", de óleo, Mantega, graxa, sei lá o que era aquilo...sei que dava trabalho deixar limpa e pronta para ser deliciada...

Para minha surpresa e decepção o queijo que comprei (Jong), apesar de seguir o ritual que conhecia, não me trouxe realização, nem me resgatou a  memória gustativa que tinha...

Ao furar a lata, a primeira perfuração não produziu o tradicional chiado, nem exalou qualquer aroma, depois, após abrir toda a lata, lá estava a bola de queijo embalada a vácuo, limpinha, sem nada para limpar, pronta para ser servido...

Olhando por esse lado, seria digno para um uau, quanta inovação ao longo do tempo deste tradicional queijo.

Mas pra mim foi lamentável, o queijo não resgatou nenhuma experiência de momento ou sabor marcante daquelas épocas do passado, continuei com meu "saudosismo alimentar".  Até parece que o ritual fazia parte do sabor!

Mas isso não acontece apenas com o que escolhi, perguntando por aí, os testemunhos foram que todos os queijos do reino (lata) atualmente estão sendo embalados desta maneira.

Mudaram o Produto ou estou enganado?

Por isso que tenho experimentado tudo que é tipo de queijo do reino e nunca encontro um que tenha o sabor dos de antigamente, pior, todos têm o mesmo sabor de nada, não tem diferença.

Mas eu imaginava que eram queijos "diferente" porque não passavam pelo mesmo processo de maturação dentro da lata e isso seria o diferencial.

Será que é por isso que os queijos do reino, embalados a vácuo, não tem os mesmo sabor que tinham antigamente?

Os fabricantes certamente ganharam com esta inovação, imagino que passaram a ter os produtos com data de validade ampliada (perda menor), tiveram uma boa redução de custo, eliminando a "gosma melequenta". 

Mas porque ainda manter a lata? Desconfio que seja apenas uma "enganação" para ter um produto com a imagem Tradicional e cobrar mais caro.

Para nós cliente, consumidores, só perdemos...perdemos nossa memória gustativa que conseguia nos levar para os momentos felizes pelo paladar!

Não me supreenderá, daqui mais uns anos, o lançamento de outros queijo, como apelo de ser o verdadeiro queijo do reino como sabor da época dos seu antepassado.

Imagino o apelo publicitário que será usado: "Queijo vintage" ou "Queijo Retrô".

🤔 Será que dá para inovar esquecendo a tradição?




IDFM

segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

A forca de uma marca.



Hoje estava dentro d'Aqua, pedi a minha neta ir até o guarda-sol pegar uma cerveja no cooler, chegando lá ela grita "vô a cerveja acabou, só tem isso...." segurando uma latinha de outra cerveja que não era Heineken e que estavam vazias...


IDFM

domingo, 30 de dezembro de 2018

Inconsciente coletivo do canudinho plástico.

Quanto tempo leva para que uma mudança de comportamento seja incorporada no cotidiano da sociedade? 


Arrisco a dizer que é muito rápido, quando ela vem incubada no inconsciente coletivo.



Hoje na praia, estava tomando banho de mar com minhas netas (4 e 8 anos) tive uma aula de consciência ecológica de preservação da natureza e da vida. 

Acidentalmente, minha esposa pisou em um canudinho enterrado na areia, mergulhou, pegou para levar para o lixo quando fosse para casa. 



Até aí tudo bem, já passou a ser natural recolher o "lixo" ecológico deixado por outros que ainda não tem o mesmo zelo. 

Mas, o simples gesto de minha esposa de levantar o canudo e nos mostrar acendeu uma revoltas nas duas pequenas... "que absurdo" esbravejavam as duas... a mais nova apelava pela vida dos animais que podiam morrer, a mais velha comentava que não acreditava que ainda existem pessoas que usam esses canudinho e questionava, porque não usam canudos de papel, de metal ou os reutilizáveis? 

Depois, comentando com a mãe da neta mais velha, ela falou que a filha tem em casa um saco cheio de canudinho, daquele que se comprava para festas infantis, que ela que não usa, não deixa ser usado e diz que não joga fora por ser perigoso se outros usarem.🤔 

Pois é... apesar de não fazer parte de nosso discurso no dia a dia, pelo jeito as campanha dos canudinhos deu certo, já formou um inconsciente coletivo criando uma geração consciente, ou talvez seja uma consciência que vem no DNA desde o bisavô delas (ver EXECUTA-SE MAIS UM HERÓI

Arrisco a dizer daqui mais uns 10 anos, quando elas estiverem na faixa etária de consumo, será um geração de consumo muito mais consciente ecologicamente. 

Também arrisco a dizer que seremos  rotulados, nós "pobre mortais", de criminosos, mal educados, blá blá blá, ou não?

Sem duvida, banir os canudos plásticos foi um fato marcante de 2018. 

Que vcs acham? 


IDFM