sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Risco à segurança nacional ou Pizza?


Vocês viram isso que foi publicado pelo Site Convergência Digital?

Com o argumento de Risco à segurança nacional, CNJ suspende contrato do TJ/SP com a Microsoft.

A matéria revela alguns detalhes interessantes do caso:
  • Só participaram da concorrem Amazon, Google e Microsoft.
  • Só a Microsoft atendeu os requisitos do TJ.
  • Houve dispensa de licitação, além de que, a dispensa foi para contratação de um serviço diferente do recomendado pelo CNJ e sem autorização do órgão.
  • Contrato com pagamento de R$ 1,2 bilhão em cinco anos à Microsoft... (isso mesmo, com dispensa de licitação...R$ 1,32 Bilhão.)
Depois da leitura, ficaram apenas dúvidas:
  1. Qual o motivo de não se alterar ou fatia o escopo, requisitos, para que outras empresas pudessem participar e atender?
  2. Será que não existem outras empresas (Brasileira) que poderiam ter sido convidadas para participar da concorrência?
  3. Será que R$ 1,32 Bilhão em 5 anos, equivalente a R$ 22 milhões por mês, não é uma quantia exagerada para atender apenas a São Paulo?
  4. Será que este valor não seria bem menor se houvessem outras empresas na concorrência?
  5. Será que o argumento de "Risco à segurança nacional" é apenas uma "forma honrada" de cancelar algo que não deveria ter sido feito, sem punição aos culpados?
  6. Será que vai terminar em pizza?
O que vocês acham?

Quem tiver interesse no assunto, seguem links da Convergência Digital com as matérias abordando o tema.




By IDFM

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Boechat - E se fosse com sua mãe?”

Algo que aprendi com Boechat nas manhã que compartilhei com ele a caminho do trabalho, existem momentos que é preciso parar e  questionar indignado "E se fosse com sua mãe?"

Esta era a forma que ele, vez por outra, “tentava” levar consciência aos malfeitores que se espalham no mundo fértil da impunidade Brasileira. 

Toca o Barco!

By IDFM

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Valeu Boechat!

Valeu Boechat!

A Disney quebrou?

Na semana passada, recebi uma peça publicitária na rua que chamou atenção pela possibilidade de uma programação com meus netos, mas que me deixou intrigado.


Fiz uma pesquisa na internet, me deparei com uma notícia da Veja São Paulo de 21.12.2018, dando cont que trata-se de uma homenagem aos 90 anos do Mickey Mouse, organizada pela ONG Orientavida, que defende os direitos de famílias de baixa renda. (Comentário meu: Quer enganar quem cara pálida? Família de baixa renda e amostra fica no JK Iguatemi?)

Ocupará 840 metros quadrados em uma região com uma das mais alta renda per capita do país, com um espaço para fotos inspirado no parque Magic Kingdom, na Flórida e loja de produtos licenciados.

Olhando apenas por este lado, é uma excelente estratégia para aumentar o lucro da Disney, local é frequentado por pessoas de alto poder aquisitivo que pode alavancar vendas de produtos Disney e aumentar o interesse delas para irem aos parques da Flórida.

Até aí tudo bem, se não fosse o detalhe, a amostra tem incentivo (dinheiro nossos) da Lei Rouanet.

É um exemplo de desvio da finalidade da lei, ou será que Disney está sem cash e não sabíamos?

Por que motivo você não vê uma "movimentação" da mídia no sentido de acabar com os desvios da lei Rouanet?

Apesar de exercerem o "poder" de noticiar, esclarecer e investigar, poucos ou nada é feito.

Eu não sei, só tenho reflexões que me levam à desconfianças...

🤔Você imagina quanto de imposto deixa de ir para a sociedade quando se investe na lei Rouanet?

🤔Você imagina quanto de divisas são enviadas para o exterior, para pagamento de royalty para uma temporada envolvendo marcas internacionais como Cirque du Soleil, Peppa Pig ou Disney?

🤔Você imagina quanto as grandes empresas, que "investem nesta lei", têm redução de custo com publicidade para a alta exposição da marca, que pelo meios normais gastaria uma fortuna?

Eu Imagino, puro achometro, que é Muita grana!

🤔Imagina ainda, usar o dinheiro da sociedade como seu (impostos que seriam pagos e usado na saúde, educação e segurança) para pagar despesas que você teria que arcar obrigatoriamente para ter mesma exposição da marca?

É...Assim é muito fácil, é gozar com o pau dos outros, como diz o dito popular.

Resumindo, a sociedade está bancando a verba publicitária destas empresas que "investem na lei Rouanet" que no final estão indo para as corporações de imprensa e mídia digital.

Isso mesmo, da mesma forma que a água do rio corre para o mar, a grande parte da grana investida na Rouanet corre o curso natural da publicidade até chegar nos bolsos dos Grandes da comunicação, ou não?

🤔Será que estas empresas de comunicação aguentam perder a receita gerada por estes eventos patrocinados pela Rouanet?

🤔Será que as empresas de comunicação, comprando a briga contra os desvios da Rouanet, estão dispostas a aguentar a boicote dos anunciantes que tiram proveito da Rouanet?

🤔Os grandes "investidores" desta lei, será que está grana não poderiam ser melhores utilizadas, investindo em melhor assistência aos seus funcionários e seus aposentados, na produção nacional, na movimentação a economia local ou até mesmos gerando mais empregos, mais rendas e mais desenvolvimentos?

Claro que não, não é mesmo?

A quem interessa?... Será?

Pois é, o que rege são as regras da sobrevivência em que pimenta no dos outro é refresco e farinha pouca, meu pirão primeiro!

Será que se seguirmos o dinheiro saberemos se a Disney tá quebrada mesmo?

Caso tenha interesse, segue abaixo o link para ter acesso a matéria da Veja São Paulo:



By IDFM

domingo, 3 de fevereiro de 2019

A volta de Anderson Silva - Será que ele aprendeu?

A volta de Anderson Silva ao noticiário esportivo, na eminente volta dele ao octógono, me fez lembrar o dia que o “grande líder” caiu do pedestal por seu comportamento, deixou o Olimpo de forma vergonhosa.


Naquela ocasião fiz uma postagem, uma “carta aberta”, do sentimento de vitória, para aquela  derrota vergonhosa do Sr. Anderson Silva.


Pela reportagem do Globo Esporte neste domingo, o jeitão continua o mesmo.


Será que, após quase 6 anos,  ele aprendeu a lição? Vamos ver no octógono se realmente ele aprendeu.


Caso tenha interesse, segue o link para a postagem que fiz: 


👉http://avisara.blogspot.com/2013/07/carta-aberta-anderson-silva.html


By Igmar 

sábado, 2 de fevereiro de 2019

Housekeeping - Faxina ou Garimpo?

Esta semana resolvi tirar uma de faxineiro.

Comecei a fazer um Housekeeping em casa para "eliminar as tralhas" que tenho acumulado na minha jornada. Como não quero ser visto como um daqueles acumuladores que são mostrados na TV, resolvi aceitar o desafio

O maior problema deste tipo de trabalho é no significado daquilo que outras pessoas enxergam como "tralhas" e montoeira de papéis velhos e desnecessários.

Mas o contexto era outro. Não eram meros papéis, eram anotações, ideias, projetos inacabados, recortes, e-mail que foram importantes um dia ou que um dia seria importante ter, eram coisas guardadas nem que fossem para recordar ou manter um registro histórico.

Reconheço que tenho o perfil próximo de um "acumulador" quando se trata de informação. Sempre tive o hábito de fazer anotações, desenho, registrar as coisas que julgava importante, mesmo sem saber porque seria importante. Com a transformação digital, hoje, acumulo mais em meios digitais que em meios físicos, mas o hábito é o mesmo

O que importa é que o trabalho foi feito. Mas não com o olhar de faxineiro que inicialmente me dominou. A cada papel revirado e lido, histórias eram lembradas, insights, oportunidades e novos propósitos surgiam como pepitas escondidas.

No final, descobri que eu não estava lá fazendo o papel de um faxineiro e sim um garimpeiro.



Resultado, ao término, pouquíssimos papéis foram descartados e encontrei varias "papéis" importantes, de noites mal dormidas de trabalhos, que não imaginava existir, com conhecimento e informações que valem ouro.

Assim é que acontece no mercado, muitas vezes alguns papéis velhos são descartados apenas por serem "velhos e cheio de poeira", sem se ver o valor das informações que eles dispõe. Informações que podem significar ganhar ou perder um negócio, que pode modificar posições no mercado, que pode levar um "azarão" ao ponto mais alto do pódio.

Ficou como aprendizado que se vc agir como Faxineiro só irá enxergar poeira e lixo, se agir como garimpeiro vai enxergar as pepitas onde menos se esperam que elas estejam.

Ficou também o desafio de fazer um Housekeeping digital, e rever todos os HD, CD-ROM, Pendrive e até disketes que tenho guardados, e não foram descartados desde o primeiro PC... com certeza vou encontrar muitas preciosidades.

Desafio vcs a fazerem o mesmo.


By IDFM

quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Facebook - Onde tem fumaça tem fogo.


Onde tem fumaça tem fogo, resta sabem o quanto e qual a extensão deste fogo no Facebook.

Pelas declarações "estranhas" da toda poderosa, Sheryl Sandber, o fogo chegou no Olimpo, resta saber se a brigada de incêndio está preparada para debelar a chama antes que destrua o último andar.


Pelo menos é o que me leva a acreditar as palavras de Sheryl Sandber que Reuters publicou direto de Davos:
  • Sandberg, disse que a maior rede social do mundo precisa reconquistar a confiança do público após violar a privacidade de seus usuários.
  • As suas ações caíram cerca de 33% desde julho, devido a preocupações com a privacidade do usuário. (Comentário meu: imaginem quando o cerco da GDPR começar a apertar)
  • Alguns Principais acionistas do Facebook pressionaram para que Zuckerberg, que detém o controle majoritário da empresa, renuncie ao cargo de chairman.
Caso tenha interesse, segue o link para a matéria original:



By IDFM

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Onde os indicadores/KPI nos leva?

Muitas vezes na nossa vida pessoal e nos negócios, tomamos decisões baseado em informações, em indicadores, em números. 

Mas será que números podem refletir os contextos adequados para uma decisão?

A leitura de números podem revelar mundos diferentes, dependendo de quem está fazendo a leitura e para qual finalidade, não é mesmo?

Nos negócios, os indicadores muitas vezes direcionam decisões, mas será que estas seriam as decisões corretas se houvesse outra leitura dos indicadores?

Muitos negócios, APPs, hoje em dia estão pontuando as pessoas, as empresas, os prestadores de serviços e etc. 

Ter uma baixa pontuação, nota, pode significar não ser aceito para ser contratado para a prestação de serviços, da mesma forma, ter um baixo credit score pode significar juros mais altos. 

Nas compras pela internet, sempre levamos em conta a pontuação ou negativação de quem vende, não é verdade?

Mas, será que podemos confiar nestas pontuações, nesses indicadores? Quantas vezes pontuamos alguém bem, mas que não merecia nem o mais ou menos?

No 2º episódio da 2ª temporada da série The Good Doctor no Globoplay, tem um trecho, que me motivou a escrever este post. 

Além de interessante,  parece ser contraditório, mas revela de uma forma simples como indicadores podem não refletir um realidade e como podem ser interpretado de formas diferentes. 

Assista abaixo:



Você descartaria a opção de fazer uma cirurgia de alto índice de óbito por quem tem a melhor taxa de sucesso e com menos óbitos?

Será que a leitura de indicadores, por se só, são suficientes para tomarmos decisões?

Vc contrata seus serviços pelos indicadores dos fornecedores?

Será que suas decisões baseadas em indicadores, mas sem uma avaliação do Contexto ou Cenário nos quais eles foram produzidos, estão levando seus negócios para a melhor opção? 

Vivi algumas experiências profissional  semelhante com a exibida no vídeo, onde indicadores apontavam para um caminho e seguimos em outra direção para atingirmos os objetivos. 

Da mesma forma que vi decisões sendo tomadas, por olhos despreparados, baseadas apenas por indicadores. que levou ao fracasso dos objetivos.

Portanto, finalizando, indicadores sem contexto, sem quem saiba lê, sem quem saída interpretar, sem quemsaiba como utilizar, não serve de nada e pior, pode está levando algo promissor para o abismo!




By IDFM

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

GDPR - O cerco está se fechando.

O cerco da lei de segurança de dados - GDPR - implementada na UE em maio passado está se fechando cada vez mais.  

Pela matéria publicada por Macmagazine, em testes recentes, detectaram que oito grandes empresas de tecnologia — entre elas, Apple, Amazon, Netflix, Spotify e YouTube — não estão oferecendo serviços satisfatórios que cubram as necessidades dos usuários ou estejam em linha com a GDPR.


Quem tiver interesse de mais detalhes, segue o LinkedIn a matéria completa:


👉https://macmagazine.uol.com.br/2019/01/20/apple-e-acusada-de-nao-respeitar-normas-de-privacidade-da-uniao-europeia/


segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Amizade é uma relação de interesses?

Vocês viram isso ? 

Navegando pela internet com o módulo “sem rumo e sem direção” ativado, fui levado a um vídeo, link no final,  que faz parte do canal 2 a Mais no YouTube, que me despertou interesse em fazer esta publicação. 


Depois de assistir este vídeo, me lembrei de algumas "debates" que provoquei quando dizia: na vida tudo é interesse, um desses debates foi com grupo de amigos quando   trabalhavarmos juntos no Bradesco.

Nessa ocasião abordamos desde as relações entre amigos, políticos e eleitores, trabalhadores e empregadores, relação amorosa e até a polêmica que foi a relações de religiosos, fiéis e Deus, com o interesse em serem atendidos com a salvação e a vida eterna (foi inevitável, +- 50% eram evangélicos). Foi interessante observar a reação das pessoas, os argumentos e provocações feitas.

Mas, voltando ao vídeo que me motivou em escrever este Post.

Bastante curioso ver a cultura chinesa no que diz respeito  aos conceitos  de amizades, conexões, relacionamentos, QI (quem indica) e reputação.

Mas será que aqui as cosias são tão diferente?

Acredito que não.

Por aqui, para se construir uma amizade, vc conhece, convive, troca experiência, compartilham interresse, até que tempos depois se tornam amigos. Por aqui os amigos fazem coisas entre amigos sem cobrar nem se sente devedor quando recebe algo, fazem porque fazem, será mesmo? 

Já por lá, na China, de acordo com o vídeo, a troca de interesse é explícita, cultural, sem hipocrisia. Basta, até mesmo em um primeiro contato, fazer algo para outra pessoa e pronto, se tornam amigos, simples assim!

Não existe nada de graça,  se você convidou, você é quem vai pagar - Não tem dúvidas quanto à que vai pagar, da mesma forma não se tem dúvida que o convidado fica devedor e obrigado a fazer depois outro convite. Assim sucessivamente, a relação de amizade vai sendo estabelecida. Este é um exemplo no vídeo de como se constroem as amizades.

Pelo vídeo, as amizades são estabelecidas explicitamente nas trocas e nos interesses.

Mas isso não parece ser diferente aqui, só muda o tempo para se tornar "amigos", não é mesmo?

A diferença é que aqui, os interesses e as trocas não são “declaradas explicitamente”. Amizade por Interesse é vista de forma negativa. Mas o que são as amizades profissionais, as conexões de redes sociais,  não é verdade?

Quantas amizades surgem em ambiente de trabalho e de negócios que simplesmente acabam quando deixam de existir interesses e trocas equilibradas?

No mundo profissional, por exemplo, quando se faz algo “por amizade” para alguém, espera-se que esse alguém, “amigo”, algum dia, de alguma forma, te dê algo em troca, seja com uma oportunidade ou uma indicação, por exemplo. É isso que se espera, ou não ?

Tanto lá como cá, se não existir equilíbrio nas trocas não existe amizade, não é mesmo?  

Tanto lá como cá, tudo gira em torno de interesses, sempre tendo algo em troca.

O que vocês acham, será que amizade é uma relação movida por interesses?

Assistam o video, vcs vão gostar.   



By IDFM

sábado, 19 de janeiro de 2019

Vazamento: ABIN, Ministério da Defesa e Serpro

Vocês viram isso que foi publicado pelo Tecmundo e Mundo dos Hackers?

Segundo as matérias, em protesto a Operação Copyright, deflagrada pela Polícia Federal,  o Hacker "Sr. Storm" revelou 351 credenciais de acesso (nome de usuário e senha) da Abin, Ministério da Defesa e Serpro.  

Acredita-se que as credenciais publicadas hoje seriam decorrentes de vazamentos que aconteceram em setembro de 2018, ainda no governo  Teme, e não fruto de uma nova invasão.

A divulgação  ainda revela a preocupação do hacker em relação a entrada em vigor a GDPR, mas no meu entendimento de forma equivocada, por considerar a nova legislação um risco: "acabando com a liberdade de expressão e a privacidade de nós usuários".

A divulgação foi feita nos sites  Pastebin e Ghostbin, que são utilizados por hacker para divulgar vazamentos.

Ataques cibernéticos e vazamentos de informações não é coisa nova, mas ficavam restritas a órgão oficiais e as agências de informações, eram raras aparecerem na mídia tradicional, não é verdade? 

Mas, depois do surgimento do Wikileaks, Edward  Snowden e as empresas especializadas em segurança cibernética, os ataques, vazamento de informações e invasões passaram a ser mais frequente, passaram a se tornar públicas e se tornaram "populares", bastar ter acesso à internet que as notícias chegam, aos nossos smartphones.  

Divulgar estes problemas, não deixa de ser parte dos planos de negócios e  instrumento de publicidade das empresas especializadas em segurança cibernética, não é mesmo? 

Segurança cibernética movimenta Bilhões de dólares pelo mundo afora, sempre tem algo novo e uma ameaça nova, quanto mais "medo", mais dólares são movimentados.

Este tipo de problema no governo federal já tem se tornado uma "certa rotina", ratificando o que foi dito pelo fundado do WikiLeaks  "Assange diz que Brasil é o país da América Latina mais espionado" 

O que deveria ser levado a sério, não parece ter a menor importância e é tratado de forma "amadora" ou não teria acontecido o vazamento divulgado pelo planalto em 01.01.2017,   que ousei comentar na publicação " Invasão, Engano ou Falha de Segurança no Palácio do Planalto?"

Será que o mundo cibernético é encarado como a quarta fronteira à defender, além da terra, mar e ar?  Não da para ficar no faz de conta, não é mesmo?


Quem sabe, a mudança recente do governo federal, um novo modelo mental para a segurança seja estabelecido e deixamos de ser surpreendidos de "enganos", como costumam dizer,  por parte de quem deveria garantir a soberania nacional. 
Entendo que  eventos de vazamento de informações do governo, expõe a integridade territorial e a soberania nacional, ou não?

Será que eventos como estes são tratados como prever o Art. 13 da lei 7170 (crimes contra a segurança nacional)?

Será  que este episódio, nos primeiro dias do novo governo, é para testar o  Gabinete de Segurança Institucional e o general Heleno?    

Será que estamos preparados para garantir a soberania nacional das ameaças cibernéticas da era digital?

Como será a reação?

Caso tenha interesse, seguem os links com as publicações dos dois sites mencionados.



By IDFM

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Fake News - Idosos: vítima ou vilão?

Vocês viram isso que a BBC publicou?

Segundo a BBC, os Idosos são mais propensos a espalhar notícias falsas, de acordo com estudo publicado por revista científica Science Advances.

O curioso é que a pesquisa concluiu que, de forma geral, o "compartilhamento de artigos de sites de notícias falsas foi uma atividade rara" durante a campanha presidencial americana, em 2016. "A ampla maioria dos usuários do Facebook no nosso banco de dados (91,5%) não divulgou nenhum artigo de portais de notícias falsas em 2016".

Mas o estudo identificou (em um universo de 8,5%) que os usuários na faixa etária mais velha, acima dos 65 anos, compartilharam sete vezes mais artigos de portais de notícias falsas do que o grupo etário mais jovem (18 a 29 anos).

Como assim?

Sem desmerecer o estudo realizado, mas para provocar e refletirmos quanto ao que é real ou falso, inclusive esta pesquisa, listo alguns pontos para nossa reflexão:

  • É uma forçada de barra essa tentativa de atribuir aos mais velhos a "responsabilidade" pelas notícias falsas, usando apenas um universo de 8,5%, não é verdade?
  • Quantos eram idosos (acima de 65 anos), dentro do universo dos 91,5% que não divulgaram notícias falsas?
  • Qual a faixa etárias dos acima de 65 que mais concentram os que são propensos a espalhar notícias falsas? Quanto maior a idade mais propenso?
  • Será porque os idosos geralmente acreditam em tudo que dizem e dificilmente vão procurar a fonte?
  • Será que os idosos que repassam notícias falsas, fazem 7 vezes mais que os os mais jovens porque eles tendem a ser mais "protetores" e querem protegem os seus mais próximos?
  • Será porque os idosos, os mais velhos, tem mais respeito às relações de confiança e familiares, repassa acreditando nesta relação de confiança?
  • Uma mãe, a moda antiga, jamais imaginaria que sua filha está passando uma "mentira" para ela, não é verdade?
  • Será que esta pesquisa é mais uma notícia falsa? 😂
  • Será que está pesquisa não está mostrando outra coisa, que os idosos são as maiores vítimas e não os maiors culpados?
Vale a pena rever o que já publiquei sobre este tema. Acesse clicando nos links abaixo. Vai lá, você vai gostar!




Caso tenha interesse na matéria completa do CNN, acesse o link abaixo:



By IDFM

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Blockchain - Notícias animadoras

Vocês viram isso que publicaram sobre Blockchain?   

Pelas notícias que tenho acompanhado neste início de ano,  não me resta dúvidas que 2019 será o  divisor de águas do Blockchain, o ano de novidades reais.

Me chamaram atenção às publicações destacadas abaixo, pela importância dos protagonistas que estão envolvido, NASA, MIT, Intel,  e os Governo da Coreia do Sul e da China. 

A publicação do MIT Technology Review ressalta que em 2018 a tecnologia Blockchainfoi uma decepção e não fará muito barulho em 2019, mas se tornará mais útil e apresentou as razões, das quais destaco:

  • O Walsmart vem testando um sistema blockchain privado há anos como um rastreador de suprimento de alimentos e vai começar a usar pra valer em setembro. 
  • A Intercontinental Exchange (ICE), proprietária da Bolsa de Nova York planeja lançar sua própria bolsa de ativos digitais. 
  • Criação da Fidelity Digital Asset para a custódia de ativos de criptografia.
  • Pelo menos 15 bancos centrais dos países estão analisando o lançamento de moedas digitais.
A notícia que vem da China acende um alerta, nela é noticiado que as plataformas chinesas de Blocchain terão que permitir as autoridades terem acesso a dados armazenados e checar a identidade do usuário. A Administração do Ciberespaço da China (CAC, sigla em inglês) afirmou que as regras entram em vigor no próximo mês. Imaginem esta modelo sendo usado pelo mundo afora.

No final do ano fiz uma publicação abordando o cenário do Blockchain e criptomoedas, nela  descrevo minha visão de futuro. Aproveite a oportunidade e Vai lá, vc vai gostar.

Quem tiver interesse nas publicações que mencionei, segue links para acesso

  • A NASA, Agência Nacional de Aeronáutica e Espaço, está examinando a tecnologia blockchain como meio de garantir a privacidade e a segurança ...
 
  • De acordo com o Seattle Times, as autoridades do Condado de Douglas, em Washington, desejam construir um campus de inovação blockchain.

  • De acordo com a mídia local, as autoridades sul-coreanas decidiram adicionar o blockchain aos campos de pesquisa e desenvolvimento elegíveis ...

  • Um relatório publicado pela MIT (Massachusetts Institute of Technology), diz que 2019 vai ser o ano em que a blockchain vai se tornar comum. 

  • XANGAI (Reuters) - As plataformas chinesas de blockchain terão que censurar conteúdo, permitir a autoridades acesso a dados armazenados e
  • A empresa Latinoenvíos começou em 1994 e foi renomeada em 2009 como Santander Envíos. Agora em 2019 foi totalmente fechada e o serviço ... 


  • A Intel, gigante mundial de computação, em parceria com empresas como Varius Solutions, Cataboom, BLOCKv, entre outras, anunciou que, durante ...

By IDFM