terça-feira, 11 de setembro de 2018

11 de setembro vs Nossa memória


Na nossa vida temos muitos momentos que passamos no "automático" até parece que não vivemos. 

É bem possível que alguns de nós não lembramos o que almoçamos ontem, ou por onde passamos hoje, mas, curiosamente, somos capaz de lembrar de outros momentos "no detalhe".

Na política, em épocas de eleições, muitos são capazes de esquecer as frustrações e traições de seus políticos, mas também recorda de detalhes  daquilo que possa satisfazer o ego, em detrimento daquilo que possa admitir um erro.

Mudar de posição, admitir que errou, custa muito caro socialmente, significa muitas vezes desistir de uma vida que teve, desistir de tudo que acreditava e lembrava, apagar toda uma memória de vida.

Não mudar quando reconhece que está errado é muito conveniente, mas nutre uma monstro interior que irá alimentar um conflito mental do seu ser consciente e do seu ser inconsciente.

Somos capaz de reconhecer que algo é errado, mas continuamos agindo errado, "no automático", porque sempre acreditou que era certo. É assim que acontece, ou não?

Arrisco a dizer que todos nós sabemos exatamente o que estávamos fazendo em 11 de setembro de 2001, durante o ataque terrorista às torres gêmeas do World Trade Center de Nova Iorque e ao Pentágono em Washington.

Mas somos incapazes de lembrar dos malfeitos de nossos políticos, como pode?

Convido vcs para o seguinte exercício:
  • Sem muito esforço lembre-se dos malfeitos de seus políticos.
  • Imagine o que vc esperava deles
  • O que vc teria feito se soubesse que seria como aconteceu?
  • Você faria o mesmo? Então siga em frente...
  • Se não faria o mesmo, é hora de seguir sua consciência(a razão). Mudar não vai fazer vc mais fraco, pelo contrário, vai fortalecer seu ego! Vai te fazer mais leve, mais feliz!
Voltando a 11 de setembro, quando tomei conhecimento do ataque no rádio, eu estava me deslocando para o trabalho na rua da passagem no Rio de Janeiro, parado exatamente numa esquina com o semáforo 🚦 fechado. Naquele dia praticamente não trabalhamos acompanhando as notícias.

E vc, lembra o que estava fazendo?


IDFM

domingo, 9 de setembro de 2018

A Intolerância é a solução para o Brasil


Resolvi republicar um artigo que fiz em abril de 2014, intitulado "A solução para o Brasil é a intolerância" por considerar oportuno para o momento que estamos passando.

Estamos sempre agindo no automático, reagindo ao contexto de um momento sem consideramos o contexto de nossa vida.

Este artigo é um um chamado a consciência, pelo menos foi assim que me motivei para escrevê-lo.

Talvez possa servir par nos ajudar a refletir enquanto há tempo.

Leia, não vai ser perda de tempo.



A solução para o Brasil é a intolerância.

Será que o país está passando por um momento de ruptura cultural que vai transformar a sociedade ou é apenas mais um momento de crise que irá promover o aperfeiçoamento da sociedade para conviver com bandidagem mais aperfeiçoada, mais blindada ainda?

O contexto parece perfeito para a ruptura e transformação, exatamente nestes momentos que a "criatividade" emergem!

"Nunca na história do país" tanta sujeira tem sido jogada no ventilador... A sujeira vem de todas as partes do setor público, privados, grandes empresa, pequenas e dos mais frágeis dos cidadãos.

A insatisfação é geral, a sociedade culpando os políticos que ela mesmo colocou lá....

A sociedade cobra ética e honestidade, enquanto que é tolerante a seus pequenos delitos, desde a cervejinha do guarda, da rota alternativa para fugir de blitz da lei seca, andar pelo acostamento, parar em fila dupla ou em vagas de deficientes e idosos, do vício da cobrança com nota ou sem nota para sonegar imposto, ao demais deslizes e "vícios" na declaração do imposto de renda. Sempre justificando com um Mantra "não prejudica ninguém"...

Essa é a cultura que permeia e irriga toda a sociedade! Os honestos sendo omissos e os criminosos sendo ousados e sem escrúpulos capaz de tirar remédio dos enfermos ou até mesmo de roubar a merenda das crianças.

O que se esperar dos líderes que representam a sociedade, políticos juízes, sindicatos e empresários?...

O comportamento deles é reflexo da sociedade "tolerante" e que anos e anos vive no Faz de conta do "não é comigo"..... (Como não cara Pálida ?)

Por outro lado, a justiça em nome do "rito processual" promove inversão de valores e acoberta criminosos. Transforma os heróis, muitas vezes combatentes solitários, em vilões.

A justiça, com a "indústria dos acordos de leniência e da delação premiada", mais uma vez inverte os valores, os bandidos passa de violões para heróis, arregimentando ainda mais a legião de bandidos e passam a ter uma lógica de risco que lhes dá licença para cometer os crimes.

Além de que, esta indústria é um incentivo para crimes cada vez mais graves e com maiores impactos, coberto pela a lógica que passa na cabeça do bandido que é guiada por um "risco" menor e com menor consequências numa lógica simples do "se for pego, faço acordo e me dou bem"...

Numa análise crítica de causa raiz, iremos retorna ao tempo da chegada do portugueses, culpando-os pela chegada de batedores de carteiras, as putas e seus filhos.

Voltando mais ao tempo, iremos identificar personagem na época de Cristo que usou da delação premiada para não ser punido e preso.

Mas estas causas não justificam os efeitos na sociedade brasileira, afinal os portugueses também colonizaram outras terras e a influência dos romanos permeia outras nações até os dias de hoje.

O que tem de diferente nesse país gente ?...

Só pode ser culpa de Gerson e Caio Domingues & Associados (http://youtu.be/J6brObB-3Ow), com uma mensagem direta, nada subliminar, na década de 70 forjou a mentalidade de gerações, desde então, com a cultura do levar vantagem em tudo!...

Tanto é, que hoje é conhecida pela "lei de Gerson" veja a definição que o Wikipedia tem sobre o assunto: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Lei_de_Gérson e vem sendo usada de forma subliminar em tudo.

É desta forma que funciona para os bandidos na delação premiada, mesmo depois de pego, continua tirando vantagem do "sistema" (com sua incapacidade de investigar e fazer justiça), e dos compassas para dosar o quanto e quem será delatado vs por quanto será omisso. É um negócio, com um balcão de troca tradicional onde tudo tem seu preço.

Os judas de hoje não se enforcam, ao invés de cordas no pescoço, usam tornozeleiras eletrônicas para continuar levando vantagem e usufruindo de suas trintas moedas.

O momento é de ruptura cultural para transformar a sociedade e o caminho para isso acontecer passa por um #BASTA e #FORATODOS para um recomeço com outros sem estarem contaminados vírus do "levar vantagem"....mas isso é uma utopia, para ser vencida por cada um, em seu próprio micro universo.

Comece fazendo sua parte, seja intolerante e sem vergonha de agir.

Senão, qual o legado que será deixado para as próximas gerações ?


IDFM

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Transformação Digital - Você faz parte dos que estão construindo ou dos que estão barrigando?

Nos últimos dias estive visitando e fazendo contato com algumas Startups com escritório em São Paulo, mesmo não sendo originalmente de SP. 

Estes contatos  me levaram a lembrar de  como o André Ferraz - CEO In Loco Media foi cirúrgico na analise que fez em seu artigo "O lado B de ser startup no Brasil". 

Segundo ele, "grandes corporações acreditam que estão fazendo um favor ao contratar uma Startup."

Mas porque isso acontece, se as corporações "correm" para serem inovadoras, disruptivas e não conseguem realizar a transformação digital de seus negócios?

Me arrisco a dizer que parte disso ocorre pelo modelo mental (que chamo de analógico) de parte dos profissionais que fazem estas corporações, ainda presas na mentalidade do "ser", do "ter" e "tirar vantagem em tudo", ao invés do "usar", "compartilhar" e "ganhar juntos".

Realmente é necessário derrubar o "preconceito" de alguns profissionais que ficam resistentes diante da inovação promovida por uma Startup. 

Alguns ficam com "cara de Bunda" como se estivesse pensando, "como não tive a capacidade de fazer, mesmo estando nesta Big Mega Blast corporação?"

Às vezes este preconceito é alimentado por fornecedores tradicionais, que não querem correr risco com Startups ocupando seu mercado, seus domínios, invadindo seus feudos.

🤔 Será que isso faz parte realmente do pensamentos das corporações, ou  são fruto de pensamentos de profissionais que tem o "poder", que estão mais preocupado, e se articulam, em se manter no poder do que realizar a transformação que as corporações precisam?

🤔 Será que eles são incentivados ou "patrocinados" para propagar o preconceito?

Quem não viu alguém endeusando algum fornecedor "até rezam por eles diariamente😂" e demonizando outros, ateando mais fogo diariamente? 

Muitas vezes essas inseguranças são provocadas por eles mesmo, por falhas deles, mas alimentam o fantasma e discurso de que "se temos problemas com empresas sólidas, com passado e muito tempo de estrada, imaginem como seria com estes pequenos novatos?"

Eles tiram o sono dos executivos, que morrem de medo da indisponibilidade, tornam-se "os frouxos da inovação" e correm para longe de novas e pequenas empresas. 

Para estes executivos, os grandes fornecedores dão uma "falsa" segurança e dão a "sustentação" para o discurso de auto preservação e preconceito aos pequenos. 

Esta postura consegue mobilizar seguidores, dentro do modelo de gestão do "manda quem pode, obedece quem tem juízo". E ganham  espaço facilmente,  um batalhão de medíocres que seguram, empurram com a barriga e criam dificuldades, dispostos a fazer tudo para a impedir que riscos impeçam deles se manterem no poder.... é o que chamo de "cultura analógica".

Imagine as Startups ou pequenas no meio destas briga de poder corporativo?... 

São rotuladas rapidamente de aspirantes do "capeta", que tornará um inferno a vida na corporação e "levará risco ao negócio da corporação".

Enquanto isso, fornecedores alimentam, insegurança técnica, incapacidade econômica e de continuidade, para proteger-se da concorrência contra sua incompetência para inovar "rapidamente".

Na verdade elas ganham tempo se capacitando para atenderem as provocações de invocação propostas pelas Startups.

Não é difícil  observar que, quando fornecedores tradicionais sentem que a ameaça de perder o espaço está se tornando realidade, elas se aproximam das startups, se apoderam das soluções como sendo suas, se apresentam ao mercado como "a solução", ou quando não, conseguem "tirar" as Startups do cenário das corporações até chegarem com solução própria.

🤔 Quem nunca viu a tolerância zero para ajuste de soluções ou pequenas falhas de Startups, que são toleradas a anos quando do outro lado estão  fornecedores tradicional?  

🤔 Quem nunca viu grandes fornecedores fazendo acordos operacionais com Startups com o apelo de terem a solidez que as corporações desejam, mas não fazem nenhum esforço para a venda e deixam no final as Startups fora do negócio, agindo como qualquer predador?

Nas minhas andanças pelo mercado, os relatos demonstram como está realidade é presente, seja por serem pequenas, Startups, de São Paulo ou não. 

Mas nem por isso elas perdem o pique, o propósito é maior que qualquer dificuldades que lhe são impostas! Ainda bem !

Mas acreditem, estes paradigmas estão com dias contados. 

Existe luz no lado escuro corporativo, existem aqueles preocupados com a extinção e estão mantendo os predadores sobre controle. 

Existe a resistência a "mesmice", que estão sabendo orquestrar ações nas grandes corporações e criando outros tipos de seguidores. 

Seguidores  que fazem tudo para  acontecer, aqueles que estão adotando ou utilizando dos modelos de Hub de startups e espaços de coworking para contaminar as corporações como um vírus do novo modelo mental.

Modelo que  "Usar", "compartilhar", "criar juntos", "ganhar juntos", "rápido" , "fácil" e "resiliente" são palavras chaves.

Enquanto isso não acontece, as corporações estão perdendo tempo na transformação, e elas sabem disso. 

Enquanto ficam  alimentando seus fantasmas, estão dormindo.

Será que quando acordarem será tarde e terão perdido a oportunidade de se diferenciarem e saírem na frente?🤔

 Ou será que despertarão antes do pesadelo, eliminando quem alimenta os fantasmas?🤔

Enquanto alguns ficam adiando, "empurrando com a barriga", outros estão construindo o futuro. Estão eliminando as barreiras e criando pontes. 

Iniciativas  como o CUBO e HABITAT (onde estive esta semana) estão realizando estas transformação e vão aos poucos fazendo o novo modelo acontecer e encontrando seguidores dispostos a promover a mudança que nossa mercado precisa.

E vocês, fazem parte dos que estão construindo ou barrigando a transformação digital? 🤔

Quem tiver interesse em conhecer as publicações mencionadas, seguem os links:


👉Transformação digital - Cultura analógica.


👉 O lado B de ser Startup no Brasil





IDFM

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

O propósito é que faz a diferença!

“Quando estiver achando que esta quebrando pedras, lembre-se que foi assim que foram construídas as grandes fortalezas.”

Igmar Falcone

Estamos dispostos a pagar o preço da transformação digital?

Você viram isso? O G1 Publicou matéria que poderia ser um dos episódio de Black Mirror, mas é real.

Segundo a matéria, com o objetivo de promover a saúde, a segurança e o bem-estar dos funcionários, a Ford mantinha um programa que tornava a vida dos funcionário em um experimento de laboratório, onde tudo era monitorado, pontuado, passando pelo simples fato de sua casa ser limpa, situação da conta bancária, comportamento na sociedade ou até as suas já usadas postagens nas redes.

"Se você parasse para beber no caminho, brigasse com sua esposa ou fizesse qualquer coisa que o marcasse como um funcionário problemático, seu chefe ficaria sabendo disso no dia seguinte."

Ainda segundo a matéria, "Um grande objetivo da coleta de dados é fazer previsões sobre quanto tempo um funcionário ficará no cargo, o que pode influenciar contratações, demissões ou retenção de empregados".

Continuando, "a coleção de dados está mudando relações de empregabilidade, a forma como as pessoas trabalham e as expectativas de como poderia ser".

🤔 Será que estamos preparados para a transformação digital que estará no encalço de nosso rastro digital, de sua vida real, na sua mente ou até mesmo de seus sonhos?

🤔 Você estaria disposto a compartilhar toda sua vida, sua alma, para a empresa em troca do emprego?

Concordo com a matéria quando sugere que isso não tem nenhuma novidade. As empresas sempre estão tentando controlar a vida dos funcionários além do local de trabalho. As ferramentas digitais vem facilitando essa prática mais do que nunca.

Quem garante que nosso "histórico médico" não estão sendo monitorado através do uso do benefício do convênio médico por empresa?

Quem garante se nosso rastro fisico, digital, nossa localização, as imagens e sons por onde passamos, não estão sendo monitorado através de seu smartphone corporativo oferecido por nossos empregadores?

Certamente já vivenciamos situação deste tipo, ou não?

Imagine, se ou quando as empresas tiverem acesso a tecnologia como a apresentada no filme Anon no Netflix, que mostra um futuro onde a privacidade é um conceito obsoleto e a tecnologia possibilita um outros possam acessar as imagens vista pelas pessoas. Uma tecnologia que seus olhos revelam de sua vida e de quem esteja por perto.

A China já iniciou a monitorar e pontuar seus cidadãos, algo que só era imaginado em filme.

Será que chegaremos a viver a realidade mostrada no episódio Queda Livre do Black Mirror?

Não está longe que esta prática seja corriqueira, mas a ética do ser humano é a principal variável da equação que irá determinar se será ou não uma arma de extinção daquele que tenha baixa pontuação, ou para as pessoas serem Banida para uma terra de ninguém, no meio de um deserto, como mostra o filme Amores Canibais.

É por isso que adoro os filmes de ficção, eles revelam para nós o esboço do que está sendo construído para o futuro.



Será que temos como nos proteger? 

Acredito que não! Mas precaução é como caldo de galinha, sempre é adequado, não é mesmo? 

A legislação pelo mundo afora está sendo atualizada para proteção do dados, isto será suficiente para nos proteger, ou apenas um obstáculo a ser superado pela tecnologia?

Estamos dispostos a pagar o preço da privacidade para ter em troca a evolução da transformação digital?

Caso tenha interesse, reproduzo abaixo o link da matéria onde o G1 mostra como o uso de dados de funcionários pelas empresas esta mudando o mercado de trabalho.


Caso não tenha assistido os filmes do Netflix que foram mencionados, seguem os links:


IDFM

terça-feira, 7 de agosto de 2018

Será que a humanidade é imune aos riscos das tecnologias?

Muitos estão apostando que a solução para suas incompetências serão resolvidas com o uso da tecnologia. 

Muitos apostam que a utilização de inteligência artificial vai ser arrebatador, o salto exponencial para o seu negócio. Que a transformação Digital é o caminho.  

Não há dúvida que a evolução do ser humano tem sido atrelada a evolução da tecnologia, basta olhar para trás, 5, 50 ou 100 anos e veremos o quanto éramos primitivos a tão pouco tempo. A novela da Globo, O Tempo não para, é boa referência para nos fazer refletir.

A evolução das tecnologias sempre são  bem-vindas, mesmo com as perdas que elas deixam pelo meio do caminho, elas tem nos levado para uma  melhor qualidade de vida.

O fogo, a pólvora, transformaram a forma como eram feitas as caças para manter as famílias agasalhadas e alimentadas, mas também criou artefatos que passaram a ser instrumentos para a morte de indivíduos.

A energia nuclear, permitiu uma fonte para manter cidades aquecidas, vivas, mas também criou armas de destruições em massa, capaz de destruir o planeta.

A tecnologia biológica e médica, nos levou a outra condições para preservar a vida, mas também levou à criação de armas de químicas e biológicas, capazes de exterminar civilizações.

A aviação e telecomunicaçöes diminuíram a distância entre as pessoas, mas também possibilitou exterminar vidas transportando ou acionando bombas guiadas para extermínio "cirúrgico". Que o diga o Japão e os B52 e as bombas no Iraque que viajaram kilometros até atingir seu alvo.

A tecnologia da informação, vem facilitando a vida de todos, tem tornado o acesso às informações e conhecimento a todos os níveis da sociedade, mas também tem sido utilizadas para a manipulação, criando "zumbis digitais" seguidores, sem livre arbítrio, caminhando pelos labirintos "virtuais", como gados a caminho do abate.

Em todos os saltos que passamos, lá estava o ser humano distorcendo o uso da tecnologia.

A ética do ser humano é a principal variável da equação para a evolução exponencial no ser humano.

Será que a "falta de ética" será o elemento principal da fórmula que levará ao extermínio do ser humano? 🤔

A existência de vida na terra tem seu propósito, todos os sobressaltos decorrentes da tecnologia não foram por acaso. Até mesmo este desvios do uso da tecnologia existiram para o ser humano chegar até onde chegou e onde chegará. 

Não existem atalhos ou caminhos mais longos, existe a jornada que a humanidade segue!

Então, será que a humanidade é imunes aos riscos das novas tecnologias?🤔

Sim, estamos imunes! A capacidade humana de realizar é superior à de destruir, até mesmo por instinto de preservação e de sobrevivência, nata do ser humano primitivo, desvios serão criados e sobressaltos superados, mas a jornada continuará!

Durante esta jornada, vamos enfrentando nosso medos. Medos estes que nos fazem criativos para super as adversidades que a vida nos impõe e criando um mundo melhor a cada dia!

Uma certeza é que nunca veremos a manchete abaixo nas mídias: "Os seres humanos foram exterminados pelos seres humanos."

Assistam o vídeo, será que corremos este risco?

Se acontecer, dependendo como seja usado, será apenas mais um sobressalto para a preservação da humanidade!


E vc, que acha ?



IDFM

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Exitinção - indicação Netflix



Ontem à noite, domingo, assisti mais um filme que a Inteligência artificial do Netflix me sugeriu.

As indicações dela tem sido boas...

Para quem vive assistindo filme de ficção, pode parece mais um dentre milhares.... e É mesmo, não é nada espetacular, mas é daqueles filmes que eu recomendo assistir, pela provocação que ele faz que nos leva a refletir, isso sempre é muito bom para Pensar e revigorar nossa vida!

Vou mais além, ele precisa ser assistido, principalmente nós que respiramos tecnologia e vivemos imaginando o que será o futuro da humanidade, dos empregos, com biotecnologia, inteligência artificial, robótica e etc.

Assistam EXTINÇÃO, vale a pena.

Depois passa por aqui e comenta se valeu a dica!


IDFM

sábado, 4 de agosto de 2018

Nacionalização das nuvens na Índia.

A tendência para manter em seu território os dados armazenados nas nuvem vem sendo consolidada pelo mundo afora. Agora chegou a vez da Índia.

É uma questão de soberania?

Talvez sim, fruto da desconfiança de como são tratadas as informações de seus cidadãos.

Mas também porque abre oportunidades para empresas locais que ofertam os mesmos serviços, sujeitando os grandes players globais (da terra de Trump) as mesmas dificuldades e condições locais na disputa do mercado.

Em outro post fiz, defendo que a "nacionalização dos dados" é de questão econômica, fiscal. É uma "estimulação forçada" para que os grandes player se instalem no país, gerem atividade econômica e principalmente Impostos.
Veja o que escrevi sobre soberania de dados no link abaixo, vc vai gostar:


Caso tenha interesse, reproduzo na íntregra a versão traduzida da matéria publicado hoje - 04.08.2018 por Reuters, que aponta a Índia seguindo o mesmo caminho que outras nações já tomaram.



India panel wants localization of cloud storage data in possible blow to big tech firms 


NOVA DÉLHI (Reuters) - Um painel que trabalha na política de computação em nuvem do governo indiano quer que dados gerados na Índia sejam armazenados dentro do país, segundo um relatório apresentado pela Reuters, uma proposta que poderia desferir um golpe nos gigantes globais da tecnologia. Amazon e Microsoft que oferecem esses serviços.

Isso não só aumentaria seus custos porque eles precisariam aumentar o número e o tamanho dos centros de armazenamento de dados na Índia, onde os custos de energia continuam altos, mas pelo menos alguns desses aumentos provavelmente serão repassados para clientes que incluem todos de pequenas empresas. start-ups para grandes corporações indianas.

A política será a mais recente de uma série de propostas que buscam estimular a localização de dados na Índia, pois o governo finaliza uma lei abrangente de proteção de dados. Os requisitos de armazenamento de dados locais para pagamentos digitais e setores de e-commerce também estão sendo planejados.

As autoridades querem que as informações sejam armazenadas localmente, para que possam ter acesso a elas com mais facilidade na condução de investigações.

O impulso da Índia para a localização ocorre em um momento de maior escrutínio global de como as empresas armazenam dados de usuários. Em julho, a Índia disse que a polícia federal começou a sondar o uso indevido de dados de usuários do Facebook pela Cambridge Analytica, que segundo suspeitos de Nova Delhi incluíam informações sobre usuários indianos.

RELATÓRIO A SER SUBMETIDO EM BREVE

O relatório preliminar do painel de políticas da nuvem, liderado pelo co-fundador da gigante de tecnologia indiana Infosys, Kris Gopalakrishnan, disse que um regime de proteção de dados "prospectivo" é necessário, já que a estrutura de leis de TI da Índia não é suficiente para computação em nuvem.

"Recomendamos a localização de dados na nuvem e quaisquer dados armazenados sobre entidades indianas ou dados gerados na Índia", afirmou, acrescentando que esses dados "devem estar disponíveis para agências de investigação e agências de segurança nacional".

Gopalakrishnan não quis comentar o rascunho do relatório, mas disse que espera enviá-lo ao Ministério da Tecnologia da Informação antes do final do mês ou pelo menos até 15 de setembro. Um porta-voz do ministério de TI disse que o departamento revisaria o relatório não vai comentar antes disso.

Computação em nuvem refere-se ao fornecimento de software, armazenamento e outros serviços a clientes de data centers remotos. Ele permite que as empresas usem programas com custos operacionais mais baixos, pois os programas e os dados não são armazenados nos centros de dados do cliente nem em seus desktops.

Executivos do setor disseram que muitas empresas indianas armazenam seus dados em servidores de nuvem localizados fora do país e que um mandato de localização poderia forçá-los a migrar dados para a Índia.

"A localização de dados aumentará os custos para empresas de nuvem pública, pois podem precisar expandir a capacidade do data center para atender aos dados de clientes atualmente hospedados fora da Índia", disse Santanu Patro, diretor de pesquisa da Gartner na Índia. Ele disse que eles poderiam repassar o aumento para os clientes.

As recomendações preliminares do painel disseram que a Índia deve considerar a importância de garantir a "soberania dos dados, especialmente no contexto dos fluxos de dados transfronteiriços".

"As estruturas jurídicas e políticas indianas devem se concentrar em garantir que os dados gerados da Índia possam ser utilizados para o benefício de cidadãos indianos, governos e atores privados", afirmou.

Um executivo de uma empresa global de tecnologia que oferece serviços em nuvem na Índia descreveu as recomendações da política como "protecionistas".

"Parece que voltamos o relógio à globalização", disse o executivo.

(Pimenta no dos outro é refresco, né Trump? - Comentário meu)

DESAFIOS DE INFRAESTRUTURA

O mercado indiano de serviços em nuvem pública deverá aumentar para mais de US $ 7 bilhões até 2022, segundo o relatório preliminar. Os gastos das empresas com software de infraestrutura de data center subirão 10%, para US $ 3,6 bilhões em 2018, estima a empresa de pesquisas Gartner.

O esboço do painel do governo listou Amazon, IBM e Microsoft entre as principais empresas já registradas sob uma iniciativa governamental sobre computação em nuvem. Ele também listou o Google, Oracle e Salesforce, como aqueles com "presença significativa".

A Amazon, por exemplo, diz que "dezenas de milhares de clientes" na Índia usam sua plataforma de serviços em nuvem da AWS.

"Devido aos crescentes requisitos de hospedagem de dados, a Índia precisaria de um rápido estabelecimento de centros de dados", disse o relatório.

O relatório, no entanto, destacou os desafios de infraestrutura e conectividade enfrentados pelos provedores de serviços em nuvem na Índia - como os altos custos de energia e a necessidade de obter várias permissões - que aumentam o custo da operação de data centers.

Mais de 80% da oferta de data center na Índia estava concentrada em cinco cidades, segundo o painel. Recomendou a realização de um estudo para identificar 20 locais propícios para essa infraestrutura, além de buscar incentivos e uma estrutura tributária simplificada para o crescimento da indústria.

O painel também planeja recomendar o desenvolvimento de uma "estratégia nacional de nuvem" que possa levar os provedores de serviços de nuvem a uma única estrutura de regulamentação e política.

O esforço de localização de dados do governo indiano já deixou as empresas americanas com medo de aumentar os custos e desestabilizar as empresas. Um painel do governo divulgou na semana passada um projeto de lei que propõe que todos os dados pessoais críticos sejam processados na Índia.

O grupo de lobby US-India Business Council disse que o projeto levantou algumas preocupações e buscará trabalhar com o governo indiano para melhorá-lo antes de sua aprovação.

Reportagem de Aditya Kalra; Reportagem adicional de Sankalp Phartiyal e Sanjeev Miglani; Edição de Euan Rocha e Martin Howell


IDFM

domingo, 29 de julho de 2018

Viva a Transformação Digital!


Esta semana tive a oportunidade de ver algumas situações do cotidiano que me deram a certeza que a transformação Digital já está acontecendo em todos os lados.

Está acontecendo independente das empresas, de nível social, intelectual, poder econômico e idade!

Já não é novidade que os nossos bebês estão vindo ao mundo como se estivessem plugados na tecnologia digital.

Tinha a percepção que muitos outros estavam engajados neste paradigma, mas o que me surpreendeu foi ver que os "velhinhos" estão cada dia mais engajado digitalmente.

No evento do eclipse da lua, no local que eu estava, tinham vários grupos (mesas) de pessoas idosas (estou falando de pessoas com mais de 75 anos seguramente) entusiasmadas para assistir o fenômeno, mas não desgrudavam de seus smartphones, certamente conversando no WhatsApp e compartilhando fotos como qualquer outro ser Digital.

É um engano pensar que o mercado digital é apenas para jovens e coisa do futuro.

A transformação digital das pessoas já é uma realidade independente da evolução que a tecnologia venha ter!

Minha mãe por exemplo, com 92 anos não dorme antes de se atualizar com as notícias que chegam até ela pelos grupos de WhatsApp, ela nunca usou um computador.

Minha sogra, 72 anos, engajada neste mundo desde os primeiros momentos da internet discada, não serve como exemplo, pois ela poderia se passar como suporte remoto do uso dos principais APPs sem qualquer dificuldade com os "velhinhos".

Tantos outros exemplo temos, vc que esta lendo certamente tem alguns!

Muitos destes "velhinhos" ainda tem muita vitalidade e o meio digital está dando outra oportunidade de estarem ativos e presentes, de uma forma que a tecnologia anterior não conseguiu conquistar.

Muitos deles nunca sentiram atraídos pelos PCs e a internet, mas hoje estão com o mundo na ponta dos dedos!

O advento do smartphone resgatou uma geração que não tinham atração por tecnologia, aqueles que usar o computador e internet era coisa do outro mundo, achavam-se velhos para aprender.

Observem nos seus círculos de amizade, por onde vc viaje, esta é a realidade!

Seja rico, seja pobre, seja nas metrópoles ou até mesmo em vilarejos com realidades muito diferentes, a transformação Digital é uma realidade!

O engajamento desta "turma de velhinhos" está acontecendo sem a presença de qualquer "guru de tecnologia", ou "campanha de marketing" para aumentar o mercado, senão, teria tido sucesso na época do desktop com internet.

Minha leitura é que este movimento está relacionado as definições da Hierarquia de necessidades de Maslow (Pirâmide de Maslow), este movimento acontece como um processo natural, para atender as 5 camadas da pirâmide.



Vejamos:

  • Necessidades fisiológicas (básicas) - Preenche o vazio deixado pela ausência de sono  por exemplo.
  • Necessidades de segurança - a facilidade de pedir socorro, ser monitorado e todas as facilidade que podem dar mais segurança.
  • Necessidades sociais ou de amor, afeto, afeição e sentimentos - A participação de redes sociais e grupos de WhatsApp, preenche esta necessidade, ou não?
  • Necessidades de estima - mais uma vez, as rede sociais e grupos de WhatsApp permite a eles ("velhinhos") serem reconhecidos e procurados pelo que são e não pela idade que tem;
  • Necessidades de auto realização, só pelo fato de estarem engajados no novo mundo digital, traz a satisfação de realização.
Será que esta população nova, de velhinhos, estão sendo percebidas pelas empresas?

A transformação Digital precisa enxergar esta turma, suas dificuldades, suas ansiedades.

Quem desenvolve novos negócios tem que "se ligar" neste aspecto, para não ficarem obsoletos com seus APPs ultra-mega-modernos se não consideram a Experiência dos Velhinhos.

Afinal, todos vamos ficar velhinhos!

E você, qual sua opinião?


IDFM

sábado, 28 de julho de 2018

Qual o legado que você vai deixar?

Todos nós temos idéias, pensamentos, sentimentos e histórias para contar, que podem servir de insight para os outros.

A vida passa diante dos nossos olhos, fazemos a leitura do que se passa, do que estamos vendo, do que estamos sentindo. Todos nossos "sensores" capturam informações que completam a nossa leitura.

Mesmo que outros presenciem o mesmo momento, cada um tem sua própria leitura, ela é única, individual. Com ela, combinamos idéias, sentimentos, pensamentos nossos e de outros e transformamos, criamos algo diferente, contextos diferentes, algo novo.

Este conhecimento tem valor! Muito valor!

Não podemos deixar para levar para debaixo da terra o nosso conhecimento, nossa história, a nossa riqueza. Debaixo da terra não vai servir para nada, não será absorvido pela terra, nem mesmo para adubo vai servir.

Temos a obrigação de deixar esse legado para a humanidade! Por isso a importância de compartilhar e devolver ao universo o nosso conhecimento.

No dia que nossa máquina for desligada, continuaremos mantidos vivos na nuvem de conhecimentos que deixamos para o universo.

#anotaai ✍️ "O Universo vai agradecer e vai retribuir!"

Qual o legado que você vai deixar?

Eu já fiz minha opção. E você?


IDFM

sexta-feira, 27 de julho de 2018

Eclipse lunar - Uma lição de contingência para continuidade de negócio.

Hoje tive uma experiência de como um Plano B é importante para garantir a satisfação do cliente, mesmo em situações fora do seu controle.

Mesmo com previsão de chuva e céu nublado, shopping na beira-mar em João Pessoal, encontrou maneira de atrair público, divulgando no telejornal local como sendo o melhor local para a observar o fenômeno e que iria disponibilizar telescópio para o público usar.

No horário previsto para o início da visualização, não se via nada no céu, além de nuvens! A natureza boicotou a Lua Vermelha.

Mas isso não deixou o público inquieto ou abandonando o local.
No horário esperado, estava garantida a visualização da imagem do eclipse acontecendo, mesmo sem ter nada visível no céu. Estava garantido um horário de happyhour lotado.

O compromisso de atender a expectativa do cliente foi resolvida de forma simples, uma conexão no YouTube Live e um projetor direcionado para o toldo existente foi suficiente para manter o público engajado.



Escutei comentário de frequentador habitual que nunca teve tanta gente lá, quando chegamos  estranhamos, estacionamento lotado e lojas movimentadas, algo incomum pelo que me lembro das últimas ida para lá. Sai de lá as 20hs e continuava lotado.

Tudo pode ter acontecido por acaso, a reportagem na TV local, a chuva, o público, mas com certeza tinha alguém "ligado" em detalhes que falou... E se?

Aqueles que buscam soluções ótimas para os problemas que aparecem à sua frente, iriam propor soluções em um ambiente sem restrições, uma soluções com projeção 4K da imagem nas nuvens, vendendo cotas de publicidades, atenderia toda a população, mas poderia não funcionar, nuvens escuras ou eventuais "buracos" e só ficaria pronto para a próxima eclipse daqui a 15 anos...

Mas um smartphone com acesso a internet, conectado a um projetor simples e um toldo deram uma solução simples!

Simples assim!

Muito boa a sacada, ou não?


IDFM

quinta-feira, 26 de julho de 2018

Aldeia Global, porque não?



Estive nos últimos dias num local isolado de tudo, a 1 km de um vilarejo com cerca de 800 habitantes onde, em duas idas até lá, me deparei com as tradicionais cadeiras na frente das portas das casas, como que estivessem colocadas ali a anos para as conversas intermináveis das comadres e amigos.

Já tive experiências semelhante em outro local, mas a muito tempo atrás, 40 anos, quando TV era artigo restrito a poucos e quando tinham acesso, faziam através das janelas entreabertas das casas dos "barões" do vilarejo ou de veranistas ocasionais.

Desta vez o que me chamou atenção era a pouca audiência das cadeiras, muitas delas abandonadas sem qualquer ser vivo por perto, além de cachorros e crianças brincando na rua, elas não tinham mais de 5 anos, como se estivessem na sala ou playground de nossas casas, sem qualquer adulto ou câmeras vigiando.

Talvez este abandono das cadeiras se justifica pelo horário que passamos por lá, era no horário das telenovelas e telejornais.

Mas outra curiosidade que me chamou muito atenção, foi ver alguns adolescentes isolados individualmente, sem companhia, sem compartilhar, sentados no chão, meio fio, calçada, como qualquer adolescente dos grandes centros urbanos, equipados com smartphone (pelo brilho da tela não da para confundir) com a tradicional cabeça baixa de zumbi digital.

Certamente, apesar de estarem fisicamente num povoado desprovido de qualquer outra alternativa de entretenimento típica da idade, estavam vivendo uma realidade muito longe dali, através das redes sociais e WhatsApp. Consumindo conhecimento! O mais curioso é  que o sinal por lá é muito ruim, mas deve ser libertador para eles!
- Como assim, num lugar como esse?

- Isso mesmo... Se liga! Eles estão criando o contexto das próximas transformações...
Para alguns este local pode parecer um paraíso, longe das loucuras de cidades como Rio e São Paulo, talvez até seja para passar uns dias, para desintoxicação urbana, experimentar e conhecer.

É preciso estar muito preparado para o desapego para se isolar no "paraíso" como esse! Algo que só os nativos estão preparados por falta de opção ou não conhecer outro mundo.

Mas me parece está longe disso, a falta de infraestrutura básica e de saúde é explícita e talvez seja o preço que eles estão pagando para manter este isolamento paradisíaco.

Duvido muito que este paraíso continue sendo preservado e resista a exploração imobiliária e de turismo, que são predadores impiedosos dos paraísos.

O mundo digital já chegou por lá com seus vícios e suas facilidades!

Nosso cozinheiro (nativo do vilarejo) nos consultava do que desejávamos, quando não sabia, acessava a internet e estava lá nos servindo, como nos revelou. Peguei ele algumas vezes tirando fotos dos pratos e da mesa servida antes que ocupássemos nossos lugares, como qualquer outro ser digital.

Outra curiosidade foi saber que, apesar de ser um população de 800 pessoas, o poder econômico de poucos, explora os empreendedores individuais com a mesma agressividade devastadora das localidades de grandes economias, os pequenos empreendedores informais são covardemente explorados num efeito cascata dos grandes e formais.

Uma coisa é certa, a transformação digital está acontecendo como uma contaminação de vírus.

Guardadas as proporções, a "Uberização" das atividades econômicas existentes em paraísos como estes será libertador para os nativos da exploração que são "obrigados" à sujeitar.
Fico imaginando como estão sendo nas tribos indígenas que ainda resistem...Devem estar seguindo o mesmo caminho e expandido suas fronteiras do mundo físico para o mundo digital!

Nossos vilarejos e tribos nunca mais serão as mesmos, estão em transformação numa única Aldeia Global como definida pelo canadense Herbert Marshall McLuhan.

Apesar de apenas duas visitas rápidas ao vilarejos, foram repletas de aprendizagem e insights.

IDFM

quarta-feira, 25 de julho de 2018

A mutação do Homo Sapiens



Esta semana de férias, maravilhosa por sinal, passei acompanhado de meus netos de 2 e 4 anos, que me deram a oportunidade de observar o processo de aprendizagem natural que passamos desde os primeiros momentos de nossas vidas e resolvi compartilhar.

A simples observação do céu estrelado, da lua, do sol, da chuva, dos ventos fortes, das hélices das turbinas éolica, de rãs, sapo, gafanhotos, formigas, formigueiros, lagartas, lagartixa e outros pequenos insetos "em uma Floresta", os medos, as superações, a pipa, as musicas, a exploração do ambiente, a liberdade, etc, serão experiências levadas para toda a vida deles e nossa também.

"Aprender algo pode não fazer sentido agora, mas vai fazer a Diferença depois!"

O que aprendemos ou temos contatos ao logo de nossa vida e aparentemente não fazem sentido ou não são relevantes, são absorvidas e realizam conexões novas entre nossos neurônios que um dia serão usadas, involuntariamente, em nossos processos criativos, decisórios e na maneira de ser. Na idade deles este processo é muito mais intenso, pelo que pude observar.

Eu, na época de estudante, tinha um pensamento de que não fazia o menor sentido estudar algumas matérias para desempenhar determinadas profissões. Mas também acreditava que um dia tinha que fazer sentido estas informações absorvidas.

Com o passar do tempo os propósitos daquelas conexões passaram a fazer sentido.

Será que no processo de aprendizagem natural da geração destas crianças o "fazer sentido" é imediato?

Talvez não, mas que elas aprendem e fazem conexões rapidamente, não há dúvida que sim!😱

Hoje, costumo dizer que a reação química da conexão de neurônios desencadeia o vício de consumir "compulsivamente" cada vez mais conteúdo, tudo que é tipo de conhecimento. 

Acredito também que isso acontece deste que somos pequenos e torna-se um vicio independente de idade.

Será que esta reação química gera dependência, que nos faz querer aprender e conhecer mais e mais coisas?

Acredito que sim...

Com o tempo, conseguimos realizar "coisas" que não imaginávamos saber e nem sabemos porque sabemos! Quem não passou por este tipo de situação?

Os artefatos digitais, dispositivos, APPs, jogos, filmes, tutoriais, são estímulos naturais da mutação do Homo Sapiens das crianças atuais, tal como foram os artefatos produzidos pela máquina de impressão de Gutenberg que vinham estimulando a mutação na época de nossos pais e desde o século XV.

Quantas vezes nos surpreendemos com as "sacadas" destes pequeninos, sejam com ideias, formas de agir e superar as dificuldades. Até parecem ETs equipados com Chips 😂😂😂

Tudo que se aprende ajusta nosso modelo mental e influencia na nosso trajetória.

Mesmo que não seja percebido conscientemente no seu dia a dia, existe uma transformação, uma remodelagem, que passa subliminarmente a incorporar o nosso novo ser!

A jornada destas crianças seguem um mundo próprio "uma realidade paralela", que elas estão criando!

Somos Homo Sapiens mutantes, em constante processo de transformação.

Imagine daqui a 15 anos, 10 anos, quando estas crianças, que hoje ainda usam fraldas, começarem a influenciar na sociedade?

Imaginou?...

Sempre foi e será assim, olhem para seu passado, 5 anos, 10 anos, 15 anos, e veja o quanto criamos deste presente que era o futuro desconhecido!

Acesse o link abaixo, vc vai gostar:


IDFM

sexta-feira, 6 de julho de 2018

2018 - A copa da ressaca moral.

A copa de 2018 da seleção brasileira não poderia ser outro. 


Depois de passar pela vergonha de 2014, a seleção ainda estava com “ressaca moral”. 


No fundo no fundo os Brasileiros torciam, mas não acreditavam. 


Os jogadores não acreditavam neles e não jogaram para ganhar. 


Quem joga para ganhar faz gol, não da bobeira para erros de principiantes, uma bola não pode ser perdida por vacilo de um passe, quando o adversário chuta ao gol, se coloca as pernas na frente, não tira né Marcelo? 


Nem mesmo as torcidas “organizadas” acreditavam. O hino da torcida tanto celebrado, enaltecia apenas o passado de orgulho... em nenhum momento temos alusão ao time atual, nem mesmo em ser o campeão... talvez a história esteja nos dando uma lição, uma oportunidade.... os últimos 4 anos foram muitas revelações, muita vergonha, um país mergulhado numa lama, políticos e CBF QUE NÃO É EXEMPLO DE NADA!


Terminada a copa não estou com vergonha, estou com ressaca moral!


Os Brasileiros ficam Tristes, mas não tem problema... na próxima semana já estará tudo esquecido e logo logo  já estarão todos cantando novamente o eterno Penta Campeão:



Éééé

Em cinco oito foi Pelé

Em meia dois foi o Mané

Em sete zero, o esquadrão

Primeiro a ser tricampeão


Ôôôô

94, Romário

2002, Fenômeno

Primeiro tetracampeão

Único penta é Brasilzão!


Ôôôô

Brasil, olê olê olêêê

Brasil, olê olê olêêê

Brasil, olê olê olêêê




sexta-feira, 18 de maio de 2018

Não precisa luz no fim do túnel para inovar.

No início de minha jornada profissional, passei por um período que me questionava se fazia sentido trabalhar com TI (computação naquela época).

Aos 20 anos, o conflito estava basicamente em não enxergar os benefícios da profissão para a sociedade, enquanto meus irmãos engenheiros estavam envolvidos na construção de prédios, vilas e cidade e o médico salvando vidas e trazendo ao mundo novas pessoas, eu estava lá criando algo que não era visto, sentido, pegado, entendido e nem acessado pela sociedade.

Era muito difícil explicar para meu pai o que eu fazia. Eu costumava dizer para ele que eu cuidava da alma dos computadores para ele fazer as "coisas", eu era suporte técnico de mainframe. Era difícil de explicar numa época que computador era restrito, não era qualquer empresa que tinha, muito menos qualquer pessoa. Éramos invisíveis por trás de algoritmos e linguagem dos zeros e uns, dando a inteligência para equipamentos executar tarefas.

Não desisti apesar do conflito, apesar de invisíveis, enxergava que com o passar do tempo a importância do que estávamos fazendo, "construindo", e que continuaríamos invisivelmente inseridos no dia a dia da sociedade.

Quem nunca esteve diante de conflitos desta natureza? Sem medo de errar, muitos nativos digitais, devem passar por conflitos semelhantes por estarem desbravando novas tecnologias e novos mundos inimagináveis atualmente. Para eles o que tenho a dizer é, não desista, não precisa ter uma luz no final do túnel para fazer sentido. Um dia vai fazer sentido!

Na escuridão, desenvolvemos habilidade de enxergar, de encontrar o que a luz ofusca e esconde.

Para embarcar no mundinho das novas tecnologias, não espere que ela faça sentindo para entrar, talvez este tempo de espera seja tarde demais depois.

Hoje enxergamos em tudo o poder da TI. Diferente daquela época, é inimaginável construir cidades, salvar vidas ou qualquer outra coisa sem ter TI e seus algoritmos invisíveis por trás.

Ou não ?

IDFM